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terça-feira, 19 de julho de 2011

A noite é tensa na Floriano

A quantidade de gente que junta ali na Andradas com a Floriano à noite é grande, mais ainda na Floriano em direção ao centro. Com dois barzinhos na esquina, mais a Amsterdam (que até já apareceu no blog logo que inaugurou, e eu gostava de lá hahaha levem em consideração que o post é de 2009!) e ainda a Unifra logo abaixo, não tem como não juntar.



Vuco-vuco. Quem mora ali por perto não gosta do barulho mesmo, até fizeram um banner em protesto.


Legenda: "queremos PAZ na floriano".

*Fotos de celular

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Barcelona, uma alternativa inesperada

Sexta-feira passada fiz um remember com mais 3 amigas que eu não saía junto fazia um tempinho. Depois de uma hora rodando pela cidade, paramos no São Francisco, um dos únicos locais da cidade que ainda tinha mesas e cadeiras disponíveis. Para a nossa surpresa, estava rolando um samba de raiz. Nos sentamos, tomamos várias Polares de litro, curtimos um samba, comemos batatas fritas e às 2h da madrugada fomos convidadas a se retirar porque o bar estava fechando.

Então agora sim começa o Barcelona. Para não encerrar a noite, fomos pela primeira vez lá. Cheio de carros na frente é um bom sinal, mesmo com a fachada sendo bem feia. Oito pilinhas pra entrar na casa de três andares com direito a vários ambientes. O primeiro deles é a garagem, onde fica o dj da festa, a música é mais agitada e estava rolando a pegação, todo o ambiente é preto e tem até um palco para quem quisesse dançar. Subindo para o térreo é que começa a loucura, uma salinha vazia tocando músicas indianas e um baita pátio com uma piscina tri massa e matinhos. Até aí estávamos achando tudo diferente, da casa às pessoas, até que subimos para o terceiro andar. Lá tinha uma mesa de sinuca, vários quartos com um entra e sai de pessoas e inúmeras pétalas de rosa espalhadas em um dos ambientes, no qual eu acho ter visto uma odalisca (SIM!). Não é que eu tenha me chocado com o lugar, mas achei tudo completamente inesperado.

Algumas coisas negativas merecem serem observadas: a cerveja era servida naqueles copos enormes a R$ 4, despejavam a garrafa inteira ali; não serviam drinks; os banheiros eram muito sujos e na hora de pagar demorei um tempo pra achar onde que era o caixa. Fora isso, eu certamente recomendo pra quem quiser sair do circuito DCE-Macondo e não quiser sair do "alternativo".

domingo, 13 de setembro de 2009

Fui Curitibar

No feriadão em comemoração a independência do Brasil, eu saí do interior do RS e fui para a capital paranaense no Intercom nacional (congresso de estudos da comunicação). Após longas 18 horas de viagem de ônibus, cheguei em Curitiba 6ª de manhã, tomei café, fiz meu credenciamento no evento, tirei um cochilo e fui explorar a cidade.

Eu, Nadia e Andressa pegamos um daqueles ônibus de turismo por R$ 20 que dava direito a fazer 4 paradas. Considero esse transporte um investimento para quem passa poucos dias em uma cidade, porque te dá uma visão geral e ainda te transporta para as principais localidades. Então, no meu primeiro dia em Curitiba, fui ao Jardim Botânico, a Ópera de Arame e passei pelo Museu Oscar Niemeyer. Jantei num restaurante\bar maravilhoso que era todo inspirado na Califórnia com toques americanos e mexicanos, ameeeeeeei! Após jantar um hamburguer com batatas fritas, fui para o Sheridan's Irish Pub na Batel. Essa tal Batel é uma rua cheia de barzinhos, um do lado do outro onde o pessoal vai indo de bar em bar no decorrer da noite. Eu e as gurias acabamos ficando só no Sheridan's e lá a única cerveja de 600ml era a Heineken por uns 8 reais, de resto só tinha long-necks meia boca. Pelo preço da cerveja já da pra deduzir que todo o resto era igualmente muito caro, mas compensava o atendimento maravilhoso e o lugar, que era muito bom e tinha a melhor decoração de bar que já vi. Aquilo sim era um Irish Pub, e não o que o Saint Patrick tenta fazer aqui na cidade.

Abaixo, uma foto do lustre do bar, mara né?


De resto Curitiba foi legal, uma cidade excelente. Segura, cheia de prédios novos altíssimos, bares e boates geniais para todos os gostos, shoppings centers variados, uma feira excepcional no Largo da Ordem no domingo e pessoas não muito bonitas hahaha esse é um detalhe intrigante; aqui no Sul se vê pessoas bonitas e muito bonitas, mas lá não lembro de nenhuma pessoa que tenha se quer me chamado a atenção e acho que o resto do pessoal que foi na excursão concorda comigo.

Para encerrar aqui, o congresso que eu fui foi muito bem organizado, apresentei meu trabalho sobre educomunicação, trocamos ideias e assisti a mesas redondas e seminários inspiradores. Um alow especial a galera da UNESP Bauru.

sábado, 29 de agosto de 2009

Macondo: minha segunda casa

Atendendo a pedidos, fui quinta-feira a noite no Macondo Lugar. Frequentadora assídua desde quando a casa verde era na Floriano, já perdi a conta de quantas vezes fui lá nos últimos 4 anos.

Um bar com uma proposta diferente seguindo a linha DCE na cidade, atraiu no começo de sua existência um grupo mais alternativo (na falta de outra palavra). No decorrer do tempo, a clientela foi se tornando cada vez mais abrangente e hoje, com certeza pode ser considerado um dos points da cidade. Essa popularidade do local se deu ao fato de cada noite ter uma festa diferente, com um repertório musical diferenciado, agradando a vários públicos.

Aberto de quinta à sábado, cada noite é única e conta com festas realmente boas como a Studio 54, Samba Esquema Novo e A La La. Cervejas com preços acessíveis a partir de R$ 3,50 até R$ 5,00 e agora eles aceitam Visa para os endividados que põe tudo no cartão de crédito. Para a modernidade do frio, também tem chapelaria que é 1 ou 2 pilinhas, não tenho certeza porque nunca utilizei. A estrutura é boa, não maravilhosa. No primeiro andar tem mesas e banquinhos novos, música ambiente, banheiros e um bar. Subindo as escadas, é onde rola a festa mesmo, com um palco que já viu de tudo e abriga bandas desconhecidas, ícones nacionais e o esfrega-esfrega das festas voltadas ao público gay.

Se você nunca foi no Macondo, entre no site, escolha uma festa, vá conferir e caia na libertinagem que acaba no máximo às 6h da manhã quando param a música, ligam as luzes e quem está por lá é convidado a se retirar.

Na foto abaixo, o segundo andar do Macondo lotado em plena quinta-feira com a festa A La La. (Santa Maria cidade-ovo, vários conhecidos na foto haha)


FICAADICA: No caderno Mix do Diário de Santa Maria deste final-de-semana tem uma reportagem muito boa sobre a noite santamariense. Lista 90% dos bares da cidade e eu vou um a um dando a minha opinião ;)

sábado, 15 de agosto de 2009

Sexta-feira no calor

Pra quem ia só dar uma saidinha na sexta-feira, minha noite rendeu bastante. Fui no Macondo, na Kiss e no Bigode.

Vou me ater neste post a Kiss, porque no Macondo eu quase moro lá então num outro dia faço um post especial só para ele. A única coisa que merece ser citada é que na sexta, a fila para entrar estava dobrando a esquina da igreja e uma parte do segundo andar estava sendo reformada então estava extremamente lotado, por isso saímos da casa verde às 2h da manhã e fomos para a Kiss.

Na tentativa de entrar na boate recém inaugurada eu já comecei a me irritar porque é tudo computadorizado e novas tecnologias não sendo bem utilizadas atrasam qualquer processo. Logo na entrada é entregue uma comanda eletrônica, mas para isso eles fazem um cadastro do nome e RG para um maior controle. Claro que a intenção é boa, mas demorou vários minutos para conseguirmos entrar. E já que eles estão fazendo isso, porque não pedem o e-mail também e mandam a programação semanal?

Quando entrei fiquei mais feliz, o espaço físico de lá é excelente, é um local bem grande com dois ambientes (sendo que o menor estava fechado). Ao ir comprar uma Polar long neck a R$ 3,50 a minha felicidade repentina foi embora e deu lugar novamente a irritação com os atendentes que na maioria estavam a toa no bar conversando. Fala sério, acho que dos 30 funcionários que a Kiss tem, metade deles poderiam ser demitidos e a outra metade receber treinamento! Os uniformes são liiiiindos, as meninas todas de cabelo preto usando umas blusas bem bonitas ou um macacão estilo mulher gato. Mas o trabalho, alow? Após conseguir comprar a cerveja e tomá-la, outro problema surgiu, onde estavam as lixeiras? Tinha muita garrafa quebrada pelo chão que ficava grudando em baixo do meu sapato, não gostei ;\

Nesse momento eu já estava meio de cara, mas decidi persistir porque não ia jogar os R$ 15 pagos na entrada fora. Sendo assim, comecei a tentar curtir a música, mas quem estava tocando era a banda Dublê e eles estavam inspirados naquela noite a tocar música brega e eu particularmente não gosto, ainda mais quando eles tocaram Xuxa. Até tentei, juro mesmo que tentei dançar um pouco a música que começou a tocar depois que a banda saiu, mas era muito ruim e esta foi a deixa final para ir embora. Nisso, a maioria das pessoas que estavam lá dentro foram indo para a fila aí eu pensei que iria demorar dias para sair de lá, porém foi bem rápido. Alguma coisa tinha que ser boa né?

Acho que a Kiss tem potencial, mas tem que se ligar destes "detalhes" pra não acabar como várias casas noturnas que foram fechando na cidade. Voltarei lá em uma outra oportunidade não tão cedo.