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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Compartilhando.

Estava navegando na internet e ontem um link me chamou mais a atenção do que o normal. Uma pessoa, um projeto e a vontade de compartilhar. Provavelmente esta pessoa, Clarissa, vai ficar surpresa com o meu compartilhamento aqui deste projeto, mas a vontade dela de fazer acontecer é tão grande que seria egoísta da minha parte deixar passar.

O projeto é o Guerreiros Sem Armas, que eu já conheço faz alguns anos e até tinha pensado em me inscrever meio que sem propósito. Ainda bem que não o fiz, pois mesmo se fosse aceita e tivesse o dinheiro não saberia como compartilhar depois. Mas o que é isso? Guerreiros sem Armas é um projeto no qual 60 jovens de origem internacional se reúnem na Baixada Santista para...

"Nosso objetivo é iniciar jovens de ação no caminho dos Guerreiros Sem Armas. Em outras palavras, queremos, por meio da experiência prática, oferecer a cada participante, subsídios para propor soluções e desenvolver projetos em suas cidades, regiões e países, que respondam aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos, respeitando a identidade própria de cada povo ou comunidade.
Durante um mês você trabalhará em uma comunidade, para a qual pensará e executará um projeto mobilizando recursos e talentos locais e que atenda a um sonho coletivo dos moradores.
Além da atividade nas comunidades, o programa contempla palestras temáticas e jogos vivenciais conduzidos por lideranças indígenas que, a partir de sua tradição, apresentarão o “Caminho do Guerreiro” associado aos 4 elementos: Terra, Água, Fogo e Ar."

A questão é que Clarissa foi aceita neste projeto, mas precisa desembolsar 5 mil reais para participar (ouch! achei carinho, mas não vem ao caso se acho caro ou não no momento). E aí que ela abriu uma "conta" no catarse pro pessoal ajudar ela a arrecadar a grana e quem sabe este meu post incentive algumas pessoas a fazer parte deste projeto com ela. Compartilhar já está valendo :)

Sabe o que realmente me tocou que fez isto virar um post? Um post no blog da Clarissa onde ela se introduziu e eu me senti parte daquilo (e estou lá mesmo hahah), feliz por ela e com ela, com vontade de mudar alguma coisa também, de fazer acontecer. Adorei uma frase que ela escreveu sobre pessoas que ela conhece todos os dias "pessoas que lutam pelo que querem, persistem naquilo que acreditam e são desapegadas com suas próprias ideias para tentar entender a do outro". Genial.

Para ajudar a Clarissa, clique neste link aqui, vai direto pro projeto dela na plataforma Catarse. O link para o blog dela é este, lá da pra conferir o que ela já fez até o momento para participar do Guerreiros sem Armas.

Compartilhando, Lia.

domingo, 13 de setembro de 2009

Fui Curitibar

No feriadão em comemoração a independência do Brasil, eu saí do interior do RS e fui para a capital paranaense no Intercom nacional (congresso de estudos da comunicação). Após longas 18 horas de viagem de ônibus, cheguei em Curitiba 6ª de manhã, tomei café, fiz meu credenciamento no evento, tirei um cochilo e fui explorar a cidade.

Eu, Nadia e Andressa pegamos um daqueles ônibus de turismo por R$ 20 que dava direito a fazer 4 paradas. Considero esse transporte um investimento para quem passa poucos dias em uma cidade, porque te dá uma visão geral e ainda te transporta para as principais localidades. Então, no meu primeiro dia em Curitiba, fui ao Jardim Botânico, a Ópera de Arame e passei pelo Museu Oscar Niemeyer. Jantei num restaurante\bar maravilhoso que era todo inspirado na Califórnia com toques americanos e mexicanos, ameeeeeeei! Após jantar um hamburguer com batatas fritas, fui para o Sheridan's Irish Pub na Batel. Essa tal Batel é uma rua cheia de barzinhos, um do lado do outro onde o pessoal vai indo de bar em bar no decorrer da noite. Eu e as gurias acabamos ficando só no Sheridan's e lá a única cerveja de 600ml era a Heineken por uns 8 reais, de resto só tinha long-necks meia boca. Pelo preço da cerveja já da pra deduzir que todo o resto era igualmente muito caro, mas compensava o atendimento maravilhoso e o lugar, que era muito bom e tinha a melhor decoração de bar que já vi. Aquilo sim era um Irish Pub, e não o que o Saint Patrick tenta fazer aqui na cidade.

Abaixo, uma foto do lustre do bar, mara né?


De resto Curitiba foi legal, uma cidade excelente. Segura, cheia de prédios novos altíssimos, bares e boates geniais para todos os gostos, shoppings centers variados, uma feira excepcional no Largo da Ordem no domingo e pessoas não muito bonitas hahaha esse é um detalhe intrigante; aqui no Sul se vê pessoas bonitas e muito bonitas, mas lá não lembro de nenhuma pessoa que tenha se quer me chamado a atenção e acho que o resto do pessoal que foi na excursão concorda comigo.

Para encerrar aqui, o congresso que eu fui foi muito bem organizado, apresentei meu trabalho sobre educomunicação, trocamos ideias e assisti a mesas redondas e seminários inspiradores. Um alow especial a galera da UNESP Bauru.