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quarta-feira, 18 de abril de 2012

25 dias sem sutiã

Num dia qualquer de janeiro, conversando com uma daquelas amigas da vida pelo skype eu falei: “Tonha, vem pra Índia! Com 5 mil reais tu paga as passagens e a gente viaja tranqüilo!”. Foi questão de minutos pra mãe da Tonha aparecer no skype e falar: “Lia, se é 5 mil eu mando a Antônia!”. Eu a Antônia nos olhamos chocadas e vibramos. Será mesmo?

Na metade de fevereiro eu fui buscar a amiga da vida no aeroporto de Mumbai, ainda sem acreditar. Achei que ela tinha saído pela porta e saí correndo atrás, mas não era ela porque eu falei repetidas vezes para não sair daquele aeroporto sem me encontrar. Passaram-se 10 minutos e um rosto familiar, alegre e um pouco assustado com sua mala de zebra e mochila da Kipling surge como um fantasma. Subi num banco e gritei seu nome. Fomos ao encontro uma da outra e abracei-a tanto, tanto, tanto como se ela tivesse trazido todas as lembranças e energias da minha cidade Santa Maria à Índia.

Eu bem feliz esperando no aeroporto

O momento do abraço ;~)

aaaaaaaaaaaai
Chorei. Choramos.

Ainda desnorteada, barganhei o rickshaw e fomos para a minha casa, o meu lar nos últimos 3 meses e meio. Lembro de cada segundo como se fosse um minuto atrás. Neste dia se deu o início do que intitulamos “25 dias sem sutiã”. Ai Lia, que título estranho e pornográfico. Não minha gente, é porque ela esqueceu sutiãs mesmo e fez toda a nossa viagem apenas com um top. Mulherada vai entender o quanto isso foi sofrido hahaha

Isso aconteceu numa madrugada. No dia seguinte compramos o restante de nossas passagens pela Índia, trocamos dinheiro e andamos muito de trem e de rickshaw que, para a Antônia foi emocionante, ela ria sem parar e eu ria dela porque pra mim já era algo normal de se fazer. Os olhares, o aperto, a luta para entrar no trem, o calor. Hoje eu rio do que sentia medo ao chegar nesta Índia vida loca.

Já o segundo dia de Antônia aqui foi o início da nossa viagem, uma viagem inesquecível. Se ela não tivesse vindo eu teria feito o mesmo caminho sozinha ou com alguma outra pessoa, mas fazer com uma daquelas poucas pessoas que te conhecem mais do que tu mesma, uma daquelas que sabe todas as tuas manias e que tu não via nos últimos 4 meses, sendo que na tua cidade vocês se viam quase todos dias... ahhh é algo difícil de descrever, no mínimo incrível.

Um amigo de Mumbai disse “curte a sua amiga porque não é qualquer um que atravessa o mundo só pra te ver”. Eu curti :)

E thanks Marianella que foi comigo no aeroporto e tirou as fotinhos ;*

sábado, 10 de setembro de 2011

Recombinando

Na última quarta-feira foi lançado o projeto "Espaço Recombinante", da Sala Dobradiça, que faz parte da 8ª Bienal do Mercosul.

No dia do evento peguei essa caixinha, que representa justamente a marca da Sala Dobradiça - pra quem não sabe, ela é um grupo, um múltiplo, que localiza-se naquela sala em baixo do macondo, à direita.


Dentro, veio a programação dos eventos que acontecerão em Santa Maria pelo projeto "Continentes", o qual engloba o "Espaço Recombinante" que mencionei acima. Ele trará à cidade três organizações latino-americanas independentes de arte contemporânea: Planta Alta, Batiscafo e Proyecto Circo. E aí que eu não achei a programação para colocar o link aqui (y). No site da Bienal até tem a programação do "Continentes", mas tá como se todos os dias fossem a mesma coisa (cliquem aqui para ver que eu não to loca). Se alguém achar a programação online, compartilha o link aí :)


Continuando na caixinha, também veio um mini "Espaço Recombinante" de montar. Digo mini, porque o real mesmo é grande, tem uns 3 x 3m de comprimento x largura e 4m de altura. Ele será itinerante, passando pela Estação da Gare, praça Saldanha Marinho, entre outros, e abrigará no mês de setembro e outubro exposições, discussões, oficinas e interações.


Nessa (re)combinação toda, antes das atividades começarem, qualquer pessoa pode interferir no espaço online que a Sala Dobradiça disponibilizou. No blog da para interagir e formar desenhos e palavras com o logo do espaço. Aqui abaixo está o meu desenho, lyyyyndo, né? hahaha


Na página da para ver os desenhos que outras pessoas fizeram, e sabe que tem uns bem legais? Uhum.

Até ;*

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Massas, massas, massas

Esta semana fiz uma coisa anormal, pedi tele de comida duas vezes, e em ambas encomendei massas da Fábrica dos Chefs.

O cardápio deles é de bom tamanho, tem pratos prontos, massas para montar (tipo de massa + molho) e ainda canelones, rondeles e lasanhas. Tudo por um preço razoável, algumas coisas mais caras e outras mais baratas, depende de quanto tu está disposto a pagar. Bom, na primeira vez eu pedi spaghetti à carbonara e a massa veio assim, sempre quentinha e acompanhada por um pãozinho e queijo ralado.





A segunda vez que pedi foi totalmente por impulso, e como eu estava na rua, decidi passar lá na Fábrica dos Chefs para pegar. O local de funcionamento é naquela ruazinha atrás do Vera Cruz, num ambiente bem bonito, onde dá para ver a cozinha. Uma pena que não tinha ninguém lá, as cadeiras estavam até em cima das mesas. Talvez o objetivo deles seja tele mesmo ou então chamar as pessoas para buscar a comida, já que tem uma mesa repleta de pães de diferentes formas e texturas e vários freezers repletos de molhos e comidinhas que não estão no cardápio. Eu queria provar tudo!





Fiquei um pouco triste de saber que todos estas outras coisas só são vendidas para quem vai lá e fica sabendo, não tem nada sobre isso no site. Atah, e o segundo prato da semana? Pappardelle ao molho cremoso de samão defumado, sem tomate, por favor.


Então, sabe que não gostei tanto? Não me ajeitei com este tal de pappardelle, as tiras são grossas e longas, sei lá, achei estranho. Prefiro continuar com o certeiro spaghetti à carbonara.

Independente do prato, se você quer comida de qualidade e quentinha em sua casa por um preço razoável, essa é a tele.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Croasonho. (na falta de um título mais criativo)

Já faz quase um ano que a Croasonho inaugurou aqui em Santa, como o tempo passa. Fui ali apenas duas vezes, uma logo que abriu e outra esses dias, o atendimento e os preços estão tudo meio iguais, então acho que posso mesclar as fotos que fiz ano passado e as que fiz este ano, né?


O espaço é lindo, dentro e fora. Tem todo um clima aconchegante com móveis variados, onde se pode optar por sentar em sofás ou em banquinhos altos tipo de bar e ainda da para sentar ao ar livre e observar o movimento do centrão. As duas vezes que fui, a parte dentro estava sempre lotada, aí não rolou ficar tirando foto das pessoas que estavam por lá só para mostrar os móveis :P maaaaaas, como eu sou metidinha, pedi para entrar na cozinha!



Ninguém pagou mico, a cozinha estava super organizada e limpa :) Agora, estão vendo a foto acima, à direita? É um elevador! Ao invés de uma garçonete subir as escadas com os pedidos, correndo o risco de derrubar croasans pra tudo que é lado, o pessoal da cozinha manda pelo elevador. Que ideia mais prática e simples, curti.

Na minha primeira vez lá, a friend Tonha (que sempre comenta por aqui, yey) foi comigo. Pedimos dois croasans (acho que o dela era de rúcula e tomate seco e o meu de calabresa) e dois sucos de laranja.



Tava bem gostoso, só que tanto na primeira, quanto na segunda vez, os pedidos demoraram para chegar, acho que é de práxis. E os preços... é, não são baratos, mas tu tem que levar em conta (1) o ambiente e (2) os preços das coisas em geral, que estão caros. Então, até que vale o custo x benefício.

Hugs!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

À La Oasis

Santa Maria anda mais do que na onda de tributos, já estava na hora do Oasis ganhar um. E olha, grandes músicos da cidade tomaram esta iniciativa e abraçaram com força a causa. São eles - informações roubadas do Diário: o vocalista e guitarrista Diego De Grandi, Marcus Molina (da Nocet, que assume os vocais no tributo), o guitarrista Batavo, o baterista Gilson Santos (da Band on the Run) e o baixista Rogério Papalia.

Semana passada o grupo tocou no Macondo e ontem no Zeppelin, showzásso. Gente que loucura, de verdade, rolou até imitação do Liam Gallagher feito pelo Molina hahaha só que infelizmente eles não quiseram tocar Lyla (y), então o Oasis de verdade toca aqui no blog :)


Mudando de assunto completamente, quero deixar um recado pra mulherada que sai a noite para arrasar. Quando sentarem, favor observar se a sua calcinha está aparecendo, não apenas um centímetro, mas se está aparecendo ela inteira. Não entendeu? Clique aqui. Ontem no Zeppelin tinha uma dessas cenas exatamente no meu campo de visão, vermelha. Tipo assim, tu saiu toda se achando gatíssima de casa com uma calcinha vermelha, pronta para f**** madrugada a dentro, ótemo, vai lá amyga! Só não precisa avisar o bar inteiro das tuas intenções, ok? #ficadica

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Paiol, por que tanta inflação?

Eu gosto bastante do Paiol, mas já começo este post dizendo que os preços estão altos, cada vez mais. Comer um xis  completo + tele tá uns R$ 10, aceitável, só que olhem os valores dos "matadores de fome".


25 pila por um xis?! Se você não está com fome, da para dividir com outra pessoa, mas continua sendo um xis e na minha visão esses lanches não deveriam ser caros. E ainda, com mais três reais da para pedir uma pizza gigante da Cia do Lanche que alimenta 4 pessoas. A inflação não para por aí, as tábuas de petiscos iniciam seus preços em R$ 30 e chegam até R$ 58.


Continuo indo lá porque ou como o xis mais barato ou uma porção de fritas e tomo uma ceva, porque mais que isso pesa no orçamento. O ambiente é mara, lá tem lareira (ótima para o inverno) e cerveja Original, minha nova cerveja preferida :) que não é muito fácil de encontrar.



O Paiol fica na Presidente Vargas, quase esquina com a Duque. Se está disposto a abrir a carteira, vá conferir. Eu indico! Ah, e quando for me convida e paga pra mim? hahaha

domingo, 14 de agosto de 2011

Pedra, papel, tesoura

Conhecido também pelo nome de "JoKenPô" em japonês, o jogo "pedra, papel, tesoura" que faz uso das mãos, também é o nome do mais novo sushi bar em Santa Maria. Dos mesmos donos do Costa Dourada, o JoKenPô foi inaugurado recentemente na praça de alimentação do Royal shops, e afirma a força que a comida japonesa está tendo na cidade.


O cardápio é bem simples, sem grandes emoções, até porque é sushi de shopping. E justamente por ser japonês numa praça de alimentação, onde a rapidez prevalece, é que vieram com uma grande sacada. Você faz o seu combinado, escolhendo entre as opções disponíveis no jo, no ken e no . São três tipos de sushi em cada uma das sílabas para escolher, que variam também nos sabores, contendo 4 unidades cada. Totalizando 12 peças por R$ 16,90.

No site do Royal, achei uma imagem do cardápio que mostra todas as opções. Ela está com uma resolução bem baixa e com a logo do shopping em cima da última opção, mas da para ter uma noção do que estou falando.


Então, você escolhe um dos suhis do 1 ao 3 + um do 4 ao 5 + um do 7 ao 9. Interessante, não? Além desse combinado, ainda tem temakis (mais baratos dos que os do costa!), saladas e outras coisinhas.

Pensando no custo x benefício pedimos, eu e Thaís: gunkan (um dos sushis mais caros, tão caro que eu nunca peço) + uramaki skin (delícia, para mim o melhor sushi! é pele de salmão com castanhas e tarê) + hossomaki kani (na falta de uma melhor opção). Como estávamos com fome, rolaram ainda dois temakis philadelfia.


A apresentação é linda, super contemporânea e com a logo deles em todos lugares. Adoro quem investe em comunicação e design, já ganha meu respeito :) apenas um comentário negativo, os hossomakis de kani vieram minis, minis demais.


Falei japonês e tu não entendeu nada? Acontece! Quando entrei no mundo dos sushis também achava tudo muito... japonês hahaha mas a wikipedia salva e explica, clica aqui.

Hugs for you all.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Um pôr do sol

Esses dias estranhos de sol, chuva, calor, sol (...) tem rendido lindos pores do sol em Saint Mary city. Aqui vai um para o nosso deleite :)


terça-feira, 9 de agosto de 2011

Vegetais são amigos

Já faz um tempinho que inclui em minhas refeições vegetais, verduras e frutas e aos poucos vou tirando gorduras, frituras e excessos. Não, não quero emagrecer, quero apenas me alimentar melhor, ter aquela sensação gostosa de leveza, sabe?

O começo não foi fácil, ainda mais para quem nunca comeu comidas saudáveis, tipo eu. Mas aí que incluindo uma alface ali e uma couve aqui, hoje não me imagino ficando sem ao menos uma salada por dia. É sério, o meu organismo sente falta no dia-a-dia se não como comidas saudáveis. E o que é a sensação de leveza, é uma loucura hahaha não me sinto mais empanturrada e descobri gostos incríveis. Um vício atual é o brócolis, que coisinha verde mais gostosa, melhor ainda com aqueles molhos prontos baratíssimos que se compra no mercado, o meu preferido é o rosé (vulgo catchup + maionese). Outra dica é fazer omeletes, pica tudo o que encontrar, mistura com um ovo e coloca pra fritar. Tu mal vai sentir o gosto do que estiver ali, é bom fazer com folhas tipo espinafre ou a folha da couve-flor.

Ah, não to querendo virar vegetariana também, viu? Até diminui a quantidade de carnes que como diariamente, mas tirá-las do meu cardápio não vai acontecer.

Com esta nova alimentação tomei coragem e fui em um restaurante vegetariano super tradicional aqui em Santa Maria, o Astro Verde.



Ele não é totalmente vegetariano porque no dia que fui estavam servindo frango, mas as outras comidas são no mínimo curiosas. Já que a ideia é não usar carnes, então tem que ser criativo. Tinha no buffet, que dá para optar por Kg (R$ 22,90) ou livre (não lembro quanto é), strogonoff de grão de bico e alguma coisa crocante feita de glúten. Achei bem estranho e não peguei nada dessas coisas :P fui no básico arroz + feijão + salada + carne.


Aham, beeeem sem graça o meu prato, foi o que rolou no momento por menos de R$ 4! Cheguei em casa morrendo de fome e tomei uma batida x) Me senti meio deslocada no local, porque as pessoas serviam pratos imensos, assim, imensos mesmo de, por exemplo, rúcula. Ainda não estou nesse nível, quem sabe um dia.

Fica a dia de uma alimentação melhor, que pode ser gostosa e criativa, e de um restaurante nutritivo. Valeu a experiência, talvez eu volte.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Lá se vai um Velho Seresteiro

Na madrugada de sexta para sábado aconteceu um latrocínio na Appel. Latrocínio é uma palavra que está ficando cada noite mais conhecida, assalto seguido de morte. Como se já não bastasse levar os nossos pertences, esses FDP ainda precisam nos matar. E foi isso o que aconteceu com José Antônio Brasil Mendes, 66 anos, o Velho Seresteiro que tocava pandeiro.

Ele e a esposa, há 43 anos juntos, desciam a Appel a pé quando foram abordados por dois homens armados em um Astra branco, quase em frente a minha casa, o quão tenso é isso. José tinha uma arma no bolso (!), reagiu ao assalto e foi atingido por três tiros. Os assaltantes levaram uma bolsa, dois celulares e uma vida. Como se não bastasse, a dupla ainda assaltou uma padaria após o crime. É muita frieza.

Os suspeitos já foram pegos, inclusive a namorada de um deles, que emprestou o carro para os assaltos. Alow, mulherada, o amor não é cego! Sejam mais realistas com seus parceiros, dar uma de querida para que o broto mate uma pessoa não é legal.

Encerro este post com "Mulheres", de Martinho da Vila, interpretada pelos Velhos Seresteiros.


Seu José, fique em paz.

Notícia completa no site do Diário, aqui.

domingo, 7 de agosto de 2011

Mais um café na cidade

Santa Maria está ficando bem de locais chamados de "cafés". São lugares voltados para lanches, mas sem exagerar na história de fritura, onde comemos bem. Digo, comemos doces! Tomar um café e comer um doce, tem lanche melhor? A única coisa ruim de ficar indo em cafés, é que o preço sai quase um almoço parte II, mas é só não ir sempre, sempre.

Então que num sábado desses fui no Babette, não no restaurante, no Café & Bistrô. Fácil de achar, ao lado do Babette da Presidente.


Nesse local funcionava um restaurante, que foi reformado e pintado, tornando-se um ambiente aconchegante e bem decorado.






E pra comer? Muitos doces, tortas, bolinhos e os queridos cupcakes. Tem para todos os gostos :)







O melhor para mim? O petit gateau delícia que demorou minutos demais para vir, mas valeu a espera.


Boa dica de café.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Agosto, o mês da cultura

Ontem à noite aconteceu a abertura do mês da cultura de Santa Maria em um prédio histórico muito bonito e cuidado, na Vênancio quase esquina com a Rio Branco. O evento foi meio longo, começou às 20h e pouco e foi até umas 22h e estava bem interessante e diversificado.

Interessante, pois afinal, é a abertura do mês da cultura, que Santa Maria insiste em abraçar e o esforço está valendo, cada dia mais. Este ano a programação está recheada de apresentações em vários cantos da cidade, de Camobi a T. Neves, passando pelo Itararé, não deixando ninguém de fora. Neste mês cultural acontece também a virada cultural, que são 24h ininterruptas de cultura, como aconteceu ano passado e parecido com o aconteceu esses dias, lembram?

E diversificado. Teve apresentações contemporâneas do EMAET (não tem site, mas aqui tem uma breve explicação do trabalho deles), que não sei se casaram com o objetivo do evento, o qual tinha autoridades, formalidade e uma plateia séria. Os artistas provocaram o público com tecidos de uma maneira no mínimo intimista, tocando nos rostos ao som de umas batidas muito altas... é, não me senti a vontade. Talvez em outro momento, num outro local, a encenação fosse melhor recebida, tanto por mim, como para um outro público.

Minhas fotos ficaram péssimas e como vi uma quantidade imensa de fotógrafos, sabia que poderia roubá-las  posteriormente :P e aqui estão, fotos de João Alves, do site da Prefeitura, as danças intimidadoras do EMAET e o tango do Oca Brasil:



Continuando a parte interessante, gostei muito do discurso da atual Secretária de Cultura de Santa Maria, Iara Druzian. Ela falou bonito sobre as mudanças culturais que a cidade está passando e vai passar. O novo MASM, a nova LIC e por aí vai. E olha eu de costas centrada no discurso da Iara, geeente como eu to loira!


Mas o mais legal do evento de ontem, certamente foi quando reconheceram as empresas e, principalmente, as pessoas que mais contribuíram com a Lei de Incentivo à Cultura. Eles receberam um selo de amigo da cultura, legal né? Para quem não sabe, o "contribuir com a LIC" é destinar uma parte dos seus impostos para projetos culturais. Qualquer pessoa pode fazer isso, sem custo algum, e normalmente quem faz todo o tramite é a produtora que realiza o espetáculo/mostra/exposição.


A cidade está em um bom momento cultural :)