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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Orkut, Rock in Rio?

Estava assistindo a um videozinho de maquiagem no YouTube, dei uma olhada pro lado e vi um anúncio do Rock in Rio chamando para a comunidade do Orkut.



Facebook tá bombando muito mais entre os brasileiros e a tendência é aumentar. Será que o Rock in Rio, evento super pra frentex, não está anunciando na rede social errada?


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

À La Oasis

Santa Maria anda mais do que na onda de tributos, já estava na hora do Oasis ganhar um. E olha, grandes músicos da cidade tomaram esta iniciativa e abraçaram com força a causa. São eles - informações roubadas do Diário: o vocalista e guitarrista Diego De Grandi, Marcus Molina (da Nocet, que assume os vocais no tributo), o guitarrista Batavo, o baterista Gilson Santos (da Band on the Run) e o baixista Rogério Papalia.

Semana passada o grupo tocou no Macondo e ontem no Zeppelin, showzásso. Gente que loucura, de verdade, rolou até imitação do Liam Gallagher feito pelo Molina hahaha só que infelizmente eles não quiseram tocar Lyla (y), então o Oasis de verdade toca aqui no blog :)


Mudando de assunto completamente, quero deixar um recado pra mulherada que sai a noite para arrasar. Quando sentarem, favor observar se a sua calcinha está aparecendo, não apenas um centímetro, mas se está aparecendo ela inteira. Não entendeu? Clique aqui. Ontem no Zeppelin tinha uma dessas cenas exatamente no meu campo de visão, vermelha. Tipo assim, tu saiu toda se achando gatíssima de casa com uma calcinha vermelha, pronta para f**** madrugada a dentro, ótemo, vai lá amyga! Só não precisa avisar o bar inteiro das tuas intenções, ok? #ficadica

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Lobão

Segunda-feira dei um ligeirão em Porto Alegre para ir no show do Lobão no Teatro do Bourbon Country. Daaaonde Lia? Lobão? Sim, minha irmã inventou de ir e toda a família acabou indo junto. Por que não, não é mesmo?

O show fez parte da programação do Festival de Inverno de Porto Alegre, que encerraria no próximo domingo, mas terá um show "extra" de Soledad Villamil dia 23 de agosto. Aqui tem a programação completa, que inclui shows e cursos variados. Pessoal de Porto, se liguem que ainda deve ter ingressos à venda e vagas disponíveis.

Bom, ir em um show num Teatro é diferente, ainda mais um show do Lobão, que na minha opinião é bem dançante. Me lembra muito o final da década de 80, começo dos anos 90, quando tudo tinha uma pegada brega e os jovens ainda estavam perdidos após a libertação que conseguiram nos anos anteriores (como se já tivéssemos nos achado :P).

Ali na fila central, de frente para o palco, me encontro às 21h sentada comportadamente assistindo a um vídeo sobre a carreira do Lobão, algo para entreter o público enquanto se acomodava, gostei.


Daí o vídeo parou, os músicos entraram e de cara começou o show. Nenhuma emoção, tipo assim, nenhuma mesmo.


Eu já estava repensando se tinha sido uma boa ideia ter ido, quando, lá pela sexta música um convidado especial entra em cena. Luiz Carlini, guitarrista das antigas do rock nacional, apareceu para alegrar Lobão e mudar da água para o vinho o andamento do show. A partir daí só melhorou e finalmente eu sabia cantar as músicas hahaha




Achei uns vídeos no youtube máomeno, mas aqui vão.

Este é logo que o Carlini entra com a música "Ando meio desligado".


Jardins da Babilônia...


E aqui, quem é a Ovelha Negra da família levanta a mão o/


Depois de algumas músicas o convidado saiu, mas o ritmo bom do show continuou. Lobão e sua banda, formada por jovens músicos, incluindo uma baterista mulher, cantaram mais algumas e se despiram despediram. Óbvio que teve bis, Carlini, Lobão e companhia voltaram, o público ficou em pé e se soltou. As músicas seguintes foram as melhores. Eu já estava tão no clima que aprendia refrões na hora, cantava umas coisas erradas e remexia o corpo daquele jeito de véio em final de festa tentando ser coordenado hahahaha



O que iniciou meia boca terminou como uma ótima pedida para uma segunda-feira à noite.

Beijóns.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Green Day - p. 3 - "pós-evento"

Crédo. Fui dar uma olhada nos rascunhos de posts e achei o "Green Day parte 3" esperando para ser publicado. Vai fazer 3 meses que aconteceu o show e eu ainda não tinha feito nada a respeito, shame on me.

Aqui vão alguns itens pós-show que eu fui lembrando e concluindo:

- Em qualquer show, quando falam do Brasil ou mostram uma bandeira, todos os brasileiros se derretem, fato. (vide show do Paul e seu gauchismo).
- O Billie Joe adora mais que tudo falar "hey ho", tanto que no final a galera já não acompanhava mais ele.
- O show é igualzinho ao DVD "Bullet in a Bible" de 2005 que o pessoal da excursão colocou para assistirmos na ida. Tem a parte que ele canta deitado e ninguém consegue enxergá-lo (y), que ele se movimenta para a direita e para a esquerda. Igualzinho mesmo, não que isso seja ruim já que eu não fui no show que virou o DVD, é só uma observação.

Vídeo bem elaborado dos bastidores do show pela produtora local que trouxe a banda à Porto Alegre, a Opus:


Como comentei no post número 2, a banda fez uso de vários objetos para interagir com o público. Um deles, era tipo aquelas chuvas de prata, só que saiam pedacinhos de papel do Green Day, e eu, como uma boa fã lunática peguei alguns....

Aqui tem os papeizinhos, papel higiênico de uma máquina
interativa também (eu não guardei esse papel suado e nojento!) e metade de uma
baqueta que uma pessoa sortuda da excursão conseguiu pegar.
e coloquei nos meus CD's :)



Fotinho mara que meu amigo Enzzo tirou para mim quando fomos lá para a frente do palco morrer sufocados:

De pertinho!
E dias após o show recebi via correio algo inimaginável. O mesmo Enzzo da foto acima continuou lá na frente e pegou para mim uma das folhas do setlist. Excelente lembrança, não? Thanks friend.


Mas é claro que o show não foi perfeito. Eu fui com uma camiseta do Greey Day bem old school comprada na Som Brasil do calçadão, porém ela ficou tao nojenta após o show que eu tirei e coloquei uma outra qualquer. Tive a inteligência de esquecer no ônibus e vocês não tem ideia de como eu tentei recuperá-la! Liguei para a bendita empresa de ônibus, a Viamérica trilhões de vezes e nada, só me enrolaram. Há boatos que essa camiseta depois de passar por metade de Santa Maria no momento está com a minha amiga Naty que foi comigo ao show, mas eu só acredito vendo. Qualquer notícia atualizo o post.

É isso, até eu já me cansei um pouco de Green Day, imagina vocês :P

Para saber mais sobre a minha emoção clique aqui para a pré-evento e aqui para o post durante o show. Kisses.

sábado, 20 de novembro de 2010

Planeta Terra ao vivo

Fiquei sabendo meio que por acaso do festival Planeta Terra que está acontecendo agora. Neste link aqui o site do Terra (óbvio) está passando ao vivo. E já adianto, sua internet tem que ser relativamente boa pra melhor para que a transmissão funcione direitinho.

Um dos shows mais esperados certamente é o do Phoenix, conhecem? São os caras que implacaram o hit baladinha-legal Lisztomania. Bem bom o som deles ;)



Uma jogada interessante do terra, clique em "apagar a luz" que o site fica escuro, focando só no vídeo.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

The huge Paul

Gente, ainda estou um pouco dormindo e sonolenta, mas prontinha para postar as minhas impressões do show do Paul McCartney que aconteceu ontem no Beira Rio.

Confesso que eu estava super na dúvida se ia ou não, porque show em estádio é uma função e sempre tem a possibilidade de se estressar. Mas daí pensei, o cara tá na faixa dos 70 anos, eu provavelmente nunca vou ter outra possibilidade de vê-lo, então vamos lá! Mamis conseguiu comprar os ingressos na internet e fomos pela excursão da Schumacher Tur. Ônibus novinho e muito confortável, não tinha gurizada então foi uma viagem tranquila. Saímos de Santa Maria a uma da tarde, mas só nos encaminhamos para a fila lá pelas 18h. Chegando nos arredores do Beira Rio, não tinha uma alma viva da organização do espetáculo para indicar filas e dar informações, estava tudo uma bagunça, gente furando, filas com dois finais e um calor do cão. Caos.

Ah, também não existia nenhum tipo de lixeira.
Legal, né? Tinham algumas cartas. Espero que chegue até ele.
Depois de um tempo procurando o final da fila do portão 7, chegamos em uma serpentina de pessoas que não sabiam mais para onde ir. Sei que deu um tumulto, duas filas se mesclaram e acabamos entrando no estádio uns 20 minutos depois disso. Acho que o pessoal da organização sabia que ia dar bolor, então para apaziguar os ânimos foram distribuídas à todos que entravam, paninhos que marcavam o show. Um pequeno agrado, considerei positivo.

serpetina.
Lencinho de lembrança.
Multidão!
Bom, quando entrei já tinha muita gente, poucos lugares sobravam nas arquibancadas e a pista já estava parcialmente cheia. Parecia que nunca iria parar de entrar mais e mais pessoas, até que, pouco depois das 21h, o público presente parou tudo que estava fazendo para focar as atenções na entrada de Paul no palco e nos imensos telões que mostravam com detalhes a imagem perfeita do cantor. 

Muito carismático, o ex-beatle tocou 35 músicas variadas (!) de seus 50 anos de carreira (!) ao longo das quase 3 horas de show (!). Não é pra qualquer um, né? A forma física impressiona, sem tomar um gole de água no palco e muito menos deixar o mesmo apenas com os músicos. Homenagens a Lennon e George, canções românticas e emocionantes, com uma pitada de fogos de artifício e dois bis fizeram com que as mais de 50 mil pessoas chorassem e gritassem como nunca. Ainda mais as duas meninas que subiram ao palco para terem seus braços autografados por McCartney para que virasse uma tatuagem. Ficou para a história do Rio Grande do Sul as frases ditas pelo próprio Paul "mas bah, tchê" e "obrigado, gaúchos". Amazing.

Fogos1
Fogos2 (que liiinda essa foto que eu tirei, aparece os fogos e o Paul tocando piano :D)

Aqui tem uma montagem dos melhores momentos do show, música por música.


As meninas sendo assinadas. Melhor tattoo da vida delas, right?
by Paul McCartney.
Com o telão, até parecia que ele estava tocando pra mim :P
(essa foto eu tirei do outro lado do estádio e mesmo assim a imagem está ótima!)

Achei esse baita vídeo no YouTube que mostra os fogos e logo após a minha preferida e de outros tantos que cantaram como se fosse um coral, onde o maestro era Paul McCartney, Hey Jude:


Something, para George:


Uma coisinha que lembrei depois que finalizado o post é que estávamos em um show do Paul MacCartney onde o time para qual tu torce não importa. Tinha várias pessoas com camiseta do inter (óbvio, estávamos no estádio do Inter), até aí tudo bem, mas precisa implicar com o pessoal que estava vestido de Grêmio? Que pessoinhas mais ridículas. Teve gente até que foi retirado de onde estava por causa desse comportamento. Total fail.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Green Day - p. 2 - "no evento"

Para não passar tanto tempo após o show, aqui vai o post. A parte 1, que resume alguns fatos antes de entrar no Gigantinho encontra-se aqui.

Enchendo...
Superguidis
Entrei no ginásio muito emocionada com a situação de ver o Green Day. Decidi ficar na pista, mas bem no fundo para não passar sufoco nem apertos. Tomei uma, duas, três cervejas e continuei ali. A banda de abertura era Superguidis e estava marcada para começar às 21h e o show principal às 22h. Pouco antes das nove, Superguidis subiu no palco e tocou em frente aos instrumentos do Green Day que estavam cobertos por um tecido preto. O show de abertura não foi empolgante, mas eles marcaram presença e tocaram alguns de seus sucessos para um público de 12 mil pessoas que ainda estava preenchendo todos os cantos do local. Os integrantes da banda finalizaram sua apresentação com frases do tipo "obrigada por não nos vaiarem". Eles estavam indo tão bem, acho que não precisavam ter se rebaixado e dito isso.

Foi em meio a banda gaúcha que notei que não enxergaria nada no lugar onde estava. Eis que vi uma brecha no final da arquibancada, junto à grade. E para ali eu fui. Nesse meio tempo perdi algumas companhias e achei outras. Fiquei ali parada escutando aquelas maravilhosas (not!) músicas ambientes que são colocadas antes dos shows, quando de repente começa a sair das caixas de som "song of the century". Nesse momento os milhares de fãs presentes gritavam histericamente e, emendado a esta música, para surpresa de todos, 20 minutos antes do esperado, Billie Joe, Mike Dirnt e Tre Cool invadem o palco tocando "21st century breakdown". Gente, sério, as pessoas foram a loucura  total (eu junto!), como se aliens estivessem invadindo NY ou Elvis tivesse voltado à vida!

Vídeo da abertura do show, vale a pena conferir.


Bem no comecinho.

"she" e "basket case", sente só a empolgação da galera!



Fã ganhando a guitarra!
Na sequencia do espetáculo, fãs subiam no palco, abraçavam e beijavam Billie Joe. Nunca vi tanta interação com o público, desde o contato direto até as máquinas de jogar papel higiênico e as chuvas de papeis do Green Day. Fogos de artifício, fumaça e explosões de fogo faziam a cabeça das crianças, pais e avós tomados pela emoção, ainda mais da menina que ganhou a guitarra do Billie (SIIIIIIIIIIIIIIM, ele chamou uma guria qualquer para cantar e ela acabou levando pra casa a guitarra dele!). Nessa emoção toda, por um impulso, eu decidi que queria estar lá na frente e sentir mais do felling incrível que estava no ar. Bravamente fui ultrapassando pessoas, quando por sorte uma roda punk surgiu, abrindo espaço. Eu me enfiei nela, até que consegui atravessar o estádio e ficar a dois metros do palco. Fazia um tempo que eu não ficava no meio do burburinho, morrendo sufocada e super feliz :D uns amigos foram comigo e me levantaram várias vezes. Não tem preço tu abanar para um artista que gosta muito e ele abanar de volta. O quanto ridículo e infantil isso possa parecer, essa mini sensação de proximidade faz ganhar todo o show. Além de tocarem todos os sucesso do Green Day, ainda fizeram cover de AC/DC e Beatles. Pulei, gritei, berrei e fui amassada, até que não consegui mais aguentar. Eu estava sufocada pelo suor do bando de homens que estavam lá na frente e com muita dor no pescoço de ficar olhando pra cima porque eu era a menor pessoa no bolor.

Tocando cover.
Para finalizar, duas lentinhas que não sei como essa pessoa filmou tão perto de tão longe.


Fragilizei e saí. As últimas três músicas eu estava tomando uma água lá fora. Credo, como valeu a pena ter ido para pertinho do palco, sem palavras. 

Fim do post número 2.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Green Day - p. 1 - "pré-evento"

Enquanto ainda tento descrever a minha emoção ao assistir o show do Green Day em Porto Alegre, vamos a alguns fatos:

1) O preço mínimo do ingresso (pista e arquibancada) era de R$ 120, sem desconto. Lá na frente os cambistas estavam vendendo este mesmo ingresso por R$ 100. Você sabendo que um show provavelmente não vai lotar, correria o risco de tentar comprar na hora de um cambista? Será que estes vendedores ilegais realmente lucram em cima ou normalmente saem no prejuízo? #ficadúvida.

2) Ação promocional fail. Tinha um pessoal uniformizado na parte de fora do Gigantinho distribuindo Club Social integral de queijo, quase todo mundo que passava pegou um (ou mais) pacotinho(s). Mas, ao passar pelas grades, uma galera da Opus Promoções já avisava "não pode entrar com comida nem bebida". Resultado: latões de lixo cheios de Club Sociais.

3) O programa Patrola está sempre presente em eventos musicais, ainda mais onde tem um possível público infanto-juvenil. O show do Green Day não foi exceção, tinha gente de todas as idades, dos mais novos acompanhados pelos pais até a galera old school. Sendo assim, o Ico Thomaz estava lá com o camera man e uma mulher loira (tomando uma ceva amyga em serviço!) que não era a Rodaika, acho que era a produtora do programa.

Patrola: Gravando!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

expectativa

Todos tivemos as nossas bandas referência na adolescência, a minha foi o Green Day. E na próxima quarta-feira eu e a @NataliaGLima vamos gritar, cantar e delirar no show do billie joe, mike dirnt e tre cool que acontece em Porto Alegre, no Gigantinho.

Comprei os ingressos em Porto Alegre com desconto do Clube do Assinante e paguei 108 cada um, achei acessível pelo show.

Ingresso na mão!

Acabei de saber que a banda de abertura vai ser a Superguidis, achei bem legal, mesmo eles sendo diferentes do Green Day.

Uma das minhas músicas preferidas. yey!