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sábado, 23 de julho de 2011

24 horas de cultura

Está rolando durante 24horas, desde às 18h de hoje até às 18h de amanhã, uma virada artística organizada por professores e alunos do Departamento de Artes Visuais da UFSM. Isso mesmo, 24 horas de cultura sem parar. Onde? Em uma casa histórica na Av. Rio Branco, número 303, entre a Daudt e a Ernesto Becker.



Acabei de voltar de lá e a arte contemporânea está realmente se manifestando. Logo ao entrar pela porta, ande até o fundo e dobre a esquerda até notar a movimentação, aí entre por uma portinha e aprecie :)

Cheguei e estava acontecendo tipo um monólogo, andei mais um pouco e tinha uma pessoa "dormindo", logo em seguida uma menina vendo TV que não podia se comunicar e assim vai...








Essas duas gurias vão ficar como estão durante as 24h, uma deitada e a outra jogada no sofá, podendo apenas irem ao banheiro. Isso que é envolvimento com o seu trabalho! Continuando, um cara estava registrando cenas momentâneas através de desenhos e os espalhava pela casa.




Também tem escritas nas paredes que retratam cada obra, tipo essa:


E uma cantina, afinal o pessoal não pode morrer de fome.


Ah, e ainda pode levar uma lembrancinha que você mesmo faz na hora.




Fica a dica para hoje na madruga e amanhã de manhã, ao meio dia, à tarde e noite. Várias intervenções vão acontecer nesse tempo, aqui você encontra a programação completa.

Um beijo e viva a arte contemporânea!


Atualização:
O post saiu com a data de sábado porque postei depois da meia noite, então reforço que a função 24h acontece até hoje, sábado, às 18h. Até mais.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Mercado público, de cima.

Como comentei no post anterior, fui passar uns dias em Porto Alegre e visitei vários lugares que nunca tinha ido, incluindo o HPS, o qual não pretendo voltar tão cedo. Vou postar basicamente os locais que tirei fotos porque alguns ou não podia fotografar ou eu fiquei com vergonha mesmo. É bem estranho ficar fotografando os restaurantes e suas comidas, ainda mais quando tem várias pessoas e eu não quero mostrar os rostos, vai que alguém se ofenda. Até tenho um "quê" de cara de pau, mas os indivíduos em volta ficam olhando como se eu tivesse fazendo algo de outro mundo, tirando fotos. É mais engraçado ainda quando estou fazendo os vídeos, esses sim eu passo vergonha. Imaginem uma pessoa falando sozinha com uma câmera, normal não pode ser hahaha

Aos poucos eu vou perdendo mais a vergonha e tiro muito mais fotos para vocês, porque eu também concordo que uma foto vale mil palavras. Não interessa o quanto eu tento descrever algo, se não tiver uma foto fica difícil de assimilar. De post em post o blog vai evoluindo :)

Bom, vamos ao post do título!

Apesar de conhecer muito bem Porto Alegre, nunca tinha ido ao Mercado Público. Sábado passado fui com uma gangue de amigos almoçar e dar uma volta basicamente no andar de cima, pois logo que acabamos a comilança fomos fazer um roteiro cultural no centrão, mas isso é assunto para outro post.

O mercado é bem grandinho, mas não é absurdo de grande. Tem bancas que vendem de tudo, só não explorei elas, fica pra próxima ida. Já tenho motivo pra voltar!




Tem vários restaurantes na parte de cima e para todos os gostos. Peixe, ensopado, buffet, japonês e etc. Eles não são fechados, as mesas ficam espalhadas por todos os lados. Na teoria, o garçom disse que cada conjunto de mesas (dependendo da cor) se refere a um dos locais, mas na prática isso não faz diferença, então um mesmo grupo de pessoas pode pedir comida de restaurantes diferentes. Quanto aos valores, não é caro, mas também não é barato. Um buffet livre bem completo de qualidade mediana é 16 reais, e uma tainha gigantesca acompanhada de salada, arroz e batatas que serve 3 pessoas sai por 45 reais. Ok, né?




Quando fomos descer as escadas, passamos por uma feirinha de antiguidades e eu estacionei e tirei umas fotos. Adoooooro uma feirinha!


O que achei mais legal foram as câmeras, olhem essa de 1950! (a foto ficou tremida, mas da pra ver)




E o mais estranho foram as fotos antigas. Não sei vocês, mas eu não compraria fotos de pessoas desconhecidas para colocar na minha casa :P



Quando forem pra capital não deixem de passar por lá, destino turístico mais que bom. Beijocas.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Dica invernal


Hello! Eu adoro muito, muito mesmo, a Cantina Pozzobon. No máximo a cada dois meses eu vou lá me empanturrar de comida colonial, ainda mais agora no inverno. É no caminho de Silveira Martins, em Arroio Grande, e é de uma família local. Sou frequentadora faz anos e nesse tempo a cantina foi crescendo. O atendimento não é mais o mesmo, não digo que seja ruim atualmente, mas já foi melhor. Ainda bem que a comida compensa! Então, vamos passar ao delicioso cardápio completo. Ah, pra quem nunca foi, a comida é essa, não tem outra opção, mas também nem precisaria.

De entrada o meu prato preferido, tábua de frios acompanhada por pãezinhos levemente adocicados - já estou ficando com água na boca. (a tábua vem cheia, ok? é que o pessoal não esperou eu tirar a foto :P)



Após comer muitos salames, queijos, polentas e omeletes, vem a sopa de capeletti.


Nesse momento eu normalmente já estou bem cheia, mas de forma alguma deixo de comer o que vem em seguida. Carne, massa, salada e risoto. A carne não é o forte do restaurante, a sadala é mais ou menos, mas a massinha e o risoto hmmmmmmmm ;9



E para finalizar, não poderia faltar a sobremesa. Elas variam um pouco conforme o dia que tu for almoçar/jantar, mas normalmente é doce de abóbora, sagu, ambrosia, pudim ou torta de bolacha. A melhor? Com certeza a ambrosia!


Por ser tudo no clima colonial, não poderia deixar de ter umas bebidas bem fortes, né? Nestes recipientes acho que tem cachaça ou graspa, não tenho certeza, até porque esta parte eu passo. Não sou muito dos destilados, curto mesmo é uma cervejinha.




Bom, num clima de alegria e descontração, sugiro ir com a família ou com um grupo de amigos. E não esqueçam de fazer reserva, se não vai ser impossível conseguir uma mesa, até porque o local é pequeno. O telefone é 3227 5018.

#ficadia

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Cinema dos D's

Eu estava com muita vontade de ir no tal do cinema 6D que está rolando no Royal Plaza Shopping, neste sábado satisfiz meu desejo.

Muitas pessoas vão achar que o preço não vale a pena, paguei R$ 10 para uma mini sessão de 5 minutos. Ok, foi caro, mas eu me diverti muito e como eu tinha fixado de que queria ir, então foi uma realização plena momentânea.

Eu fui na sessão das minas (soou estranha esta frase), onde tu "está" em um vagão. O filme é bem podrinho e os óculos 3D não funcionam direito, tu fica vendo as coisas nas cores azul e vermelho e não realmente em 3D como deveria ser. Tem apenas uma parte que a sensação tridimensional funciona valendo, onde aparece um monte de morcegos e eles vem em direção a ti. Fiquei com medinho e ri muito hahahah Continuando, ponto positivo para as apenas oito cadeiras (não tirei foto, mas aqui tem uma), que são confortáveis e balançam bastante de acordo com o filme. O respingo de água também é bem legal, mas tem que sentar nas cadeiras centrais, se não tu nem vai sentir.



Ok, agora o momento que eu fiquei com vergonha. Logo que eu saí, notei que algumas pessoas estavam olhando para um TV do lado de fora do cine 6D, aí me liguei que são as imagens ao vivo de quem está dentro do cine, vendo o filme. Ainda bem que não me lembro de ter feito nada estranho enquanto estava no vagão.


Ao finalizar este post comecei a pensar no que seriam os 6Ds. A minha semi-conclusão é a seguinte: 1º D: imagem, 2º D: Som, 3º D: dimensão, 4º D: mexer das cadeiras, 5º D: tato, 6º D: olfato.

Alguém sabe me informar se é isso mesmo ou se eu to viajando?

Até mais.

quarta-feira, 23 de março de 2011

As gravuras de Peciar

Neste final de semana tive o prazer de ir no coquetel de abertura da exposição 30 + 3 no novo MASM (blog!). Digo mais, novíssimo e digníssimo MASM. Num dos primeiros posts do blog eu fui numa exposição lá e coloquei uma foto da parte interna, observem o chão e as paredes e agora vejam este chão e estas paredes (sorry, as fotos são de celular, esqueci a câmera em casa):

Não é mais chão, é um piso de madeira!
Pessoal e as paredes muito dignas.
Pessoal curtindo a comida e as paredes com as obras iluminadas ao fundo.
Após o deslumbramento inicial com o MASM reformulado, me foquei na então exposição de gravuras em técnicas variadas. Apesar de todas as gravuras serem feitas em apenas quatro técnicas distintas (serigrafia, em metal, litografia e xilogravura), elas não se parecem nem um pouco. Trinta, das trinta e três obras eram do acervo pessoal do artista uruguaio Silvestre Peciar que carinhosamente as doou para a cidade que o acolheu como professor na UFSM, enquanto que as outras três, incluindo uma peça única de Iberê Camargo, já pertenciam ao MASM.

By Iberê.

O mais legal da exposição é poder levar ela todinha pra casa. Isso mesmo, quem estava por lá ganhou um catálogo que incluíam as trinta e três obras expostas. Acho que todas as exposições deveriam ter isso :)

O catálogo veio nesta caixinha de papel, dentro estavam todas as gravuras valendo milhares de reais e atrás de cada uma delas tem uma apresentação do artista - detalhe que após os meus mega efeitos no photoshop para clarear as fotos, a minha colcha pareceu estar imunda (y), mas ok, vamos continuar -.




Estas são as minhas top 5:


Amei, acho que vou mandar enquadrar.