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sábado, 3 de setembro de 2011

Bandinha no centrão

Depois da minha primeira vez no mercado público de Porto Alegre, eu sabia que iria voltar. Como ontem tinha que matar um tempo, almocei no mercado e passei a tarde inteira no centro.

Louca por sushi, segui a indicação dos comentários que a Mari e Graci deixaram aqui no blog e fui comer um temaki. To achando que não fui no local certo que elas indicaram, mas tá valendo igual (almocei no andar de cima e acho que a temakeria é no andar de baixo, né?). Até porque eu tinha muito tempo sobrando, aí comprei uma revista, uma cerveja e fiquei uma hora curtindo.


Não lembro o nome do restaurante, mas é o único que vende sushi no segundo andar. Tinham outros pratos tipo yakisoba e peixe na chapa, que por sinal vou voltar de novo para provar (gula mode on). Pouco tempo antes eu tinha comido um pastel de rodoviária então não estava com fome, por isso fiquei só no temaki. O salmão e o pepino não vieram picados, o arroz estava levemente solto e veio gergelim ao invés de salsinha. Diferente do que estou acostumada a comer, gostei.


Depois de tomar uma polar sozinha, eu saí alegre do meu almoço light e fui dar uma passada no Santander Cultural - post aqui - para ver se tinha alguma exposição e usar o banheiro limpo deles, porque os banheiros do centro são tensos. Exposição não tinha, as obras estavam em fase de montagem para a Bienal que inicia nos próximos dias, e como eu estava por ali aproveitei para tomar um café no Café do Cofre e comer uma sobremesa. Tirei uma foto do local, que da outra vez que fui tinha esquecido de tirar. Super agradável o ambiente, é bom para fugir do movimento enlouquecedor do centro.



Abraços e até mais!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Massas, massas, massas

Esta semana fiz uma coisa anormal, pedi tele de comida duas vezes, e em ambas encomendei massas da Fábrica dos Chefs.

O cardápio deles é de bom tamanho, tem pratos prontos, massas para montar (tipo de massa + molho) e ainda canelones, rondeles e lasanhas. Tudo por um preço razoável, algumas coisas mais caras e outras mais baratas, depende de quanto tu está disposto a pagar. Bom, na primeira vez eu pedi spaghetti à carbonara e a massa veio assim, sempre quentinha e acompanhada por um pãozinho e queijo ralado.





A segunda vez que pedi foi totalmente por impulso, e como eu estava na rua, decidi passar lá na Fábrica dos Chefs para pegar. O local de funcionamento é naquela ruazinha atrás do Vera Cruz, num ambiente bem bonito, onde dá para ver a cozinha. Uma pena que não tinha ninguém lá, as cadeiras estavam até em cima das mesas. Talvez o objetivo deles seja tele mesmo ou então chamar as pessoas para buscar a comida, já que tem uma mesa repleta de pães de diferentes formas e texturas e vários freezers repletos de molhos e comidinhas que não estão no cardápio. Eu queria provar tudo!





Fiquei um pouco triste de saber que todos estas outras coisas só são vendidas para quem vai lá e fica sabendo, não tem nada sobre isso no site. Atah, e o segundo prato da semana? Pappardelle ao molho cremoso de samão defumado, sem tomate, por favor.


Então, sabe que não gostei tanto? Não me ajeitei com este tal de pappardelle, as tiras são grossas e longas, sei lá, achei estranho. Prefiro continuar com o certeiro spaghetti à carbonara.

Independente do prato, se você quer comida de qualidade e quentinha em sua casa por um preço razoável, essa é a tele.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Croasonho. (na falta de um título mais criativo)

Já faz quase um ano que a Croasonho inaugurou aqui em Santa, como o tempo passa. Fui ali apenas duas vezes, uma logo que abriu e outra esses dias, o atendimento e os preços estão tudo meio iguais, então acho que posso mesclar as fotos que fiz ano passado e as que fiz este ano, né?


O espaço é lindo, dentro e fora. Tem todo um clima aconchegante com móveis variados, onde se pode optar por sentar em sofás ou em banquinhos altos tipo de bar e ainda da para sentar ao ar livre e observar o movimento do centrão. As duas vezes que fui, a parte dentro estava sempre lotada, aí não rolou ficar tirando foto das pessoas que estavam por lá só para mostrar os móveis :P maaaaaas, como eu sou metidinha, pedi para entrar na cozinha!



Ninguém pagou mico, a cozinha estava super organizada e limpa :) Agora, estão vendo a foto acima, à direita? É um elevador! Ao invés de uma garçonete subir as escadas com os pedidos, correndo o risco de derrubar croasans pra tudo que é lado, o pessoal da cozinha manda pelo elevador. Que ideia mais prática e simples, curti.

Na minha primeira vez lá, a friend Tonha (que sempre comenta por aqui, yey) foi comigo. Pedimos dois croasans (acho que o dela era de rúcula e tomate seco e o meu de calabresa) e dois sucos de laranja.



Tava bem gostoso, só que tanto na primeira, quanto na segunda vez, os pedidos demoraram para chegar, acho que é de práxis. E os preços... é, não são baratos, mas tu tem que levar em conta (1) o ambiente e (2) os preços das coisas em geral, que estão caros. Então, até que vale o custo x benefício.

Hugs!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Paiol, por que tanta inflação?

Eu gosto bastante do Paiol, mas já começo este post dizendo que os preços estão altos, cada vez mais. Comer um xis  completo + tele tá uns R$ 10, aceitável, só que olhem os valores dos "matadores de fome".


25 pila por um xis?! Se você não está com fome, da para dividir com outra pessoa, mas continua sendo um xis e na minha visão esses lanches não deveriam ser caros. E ainda, com mais três reais da para pedir uma pizza gigante da Cia do Lanche que alimenta 4 pessoas. A inflação não para por aí, as tábuas de petiscos iniciam seus preços em R$ 30 e chegam até R$ 58.


Continuo indo lá porque ou como o xis mais barato ou uma porção de fritas e tomo uma ceva, porque mais que isso pesa no orçamento. O ambiente é mara, lá tem lareira (ótima para o inverno) e cerveja Original, minha nova cerveja preferida :) que não é muito fácil de encontrar.



O Paiol fica na Presidente Vargas, quase esquina com a Duque. Se está disposto a abrir a carteira, vá conferir. Eu indico! Ah, e quando for me convida e paga pra mim? hahaha

domingo, 14 de agosto de 2011

Pedra, papel, tesoura

Conhecido também pelo nome de "JoKenPô" em japonês, o jogo "pedra, papel, tesoura" que faz uso das mãos, também é o nome do mais novo sushi bar em Santa Maria. Dos mesmos donos do Costa Dourada, o JoKenPô foi inaugurado recentemente na praça de alimentação do Royal shops, e afirma a força que a comida japonesa está tendo na cidade.


O cardápio é bem simples, sem grandes emoções, até porque é sushi de shopping. E justamente por ser japonês numa praça de alimentação, onde a rapidez prevalece, é que vieram com uma grande sacada. Você faz o seu combinado, escolhendo entre as opções disponíveis no jo, no ken e no . São três tipos de sushi em cada uma das sílabas para escolher, que variam também nos sabores, contendo 4 unidades cada. Totalizando 12 peças por R$ 16,90.

No site do Royal, achei uma imagem do cardápio que mostra todas as opções. Ela está com uma resolução bem baixa e com a logo do shopping em cima da última opção, mas da para ter uma noção do que estou falando.


Então, você escolhe um dos suhis do 1 ao 3 + um do 4 ao 5 + um do 7 ao 9. Interessante, não? Além desse combinado, ainda tem temakis (mais baratos dos que os do costa!), saladas e outras coisinhas.

Pensando no custo x benefício pedimos, eu e Thaís: gunkan (um dos sushis mais caros, tão caro que eu nunca peço) + uramaki skin (delícia, para mim o melhor sushi! é pele de salmão com castanhas e tarê) + hossomaki kani (na falta de uma melhor opção). Como estávamos com fome, rolaram ainda dois temakis philadelfia.


A apresentação é linda, super contemporânea e com a logo deles em todos lugares. Adoro quem investe em comunicação e design, já ganha meu respeito :) apenas um comentário negativo, os hossomakis de kani vieram minis, minis demais.


Falei japonês e tu não entendeu nada? Acontece! Quando entrei no mundo dos sushis também achava tudo muito... japonês hahaha mas a wikipedia salva e explica, clica aqui.

Hugs for you all.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Vegetais são amigos

Já faz um tempinho que inclui em minhas refeições vegetais, verduras e frutas e aos poucos vou tirando gorduras, frituras e excessos. Não, não quero emagrecer, quero apenas me alimentar melhor, ter aquela sensação gostosa de leveza, sabe?

O começo não foi fácil, ainda mais para quem nunca comeu comidas saudáveis, tipo eu. Mas aí que incluindo uma alface ali e uma couve aqui, hoje não me imagino ficando sem ao menos uma salada por dia. É sério, o meu organismo sente falta no dia-a-dia se não como comidas saudáveis. E o que é a sensação de leveza, é uma loucura hahaha não me sinto mais empanturrada e descobri gostos incríveis. Um vício atual é o brócolis, que coisinha verde mais gostosa, melhor ainda com aqueles molhos prontos baratíssimos que se compra no mercado, o meu preferido é o rosé (vulgo catchup + maionese). Outra dica é fazer omeletes, pica tudo o que encontrar, mistura com um ovo e coloca pra fritar. Tu mal vai sentir o gosto do que estiver ali, é bom fazer com folhas tipo espinafre ou a folha da couve-flor.

Ah, não to querendo virar vegetariana também, viu? Até diminui a quantidade de carnes que como diariamente, mas tirá-las do meu cardápio não vai acontecer.

Com esta nova alimentação tomei coragem e fui em um restaurante vegetariano super tradicional aqui em Santa Maria, o Astro Verde.



Ele não é totalmente vegetariano porque no dia que fui estavam servindo frango, mas as outras comidas são no mínimo curiosas. Já que a ideia é não usar carnes, então tem que ser criativo. Tinha no buffet, que dá para optar por Kg (R$ 22,90) ou livre (não lembro quanto é), strogonoff de grão de bico e alguma coisa crocante feita de glúten. Achei bem estranho e não peguei nada dessas coisas :P fui no básico arroz + feijão + salada + carne.


Aham, beeeem sem graça o meu prato, foi o que rolou no momento por menos de R$ 4! Cheguei em casa morrendo de fome e tomei uma batida x) Me senti meio deslocada no local, porque as pessoas serviam pratos imensos, assim, imensos mesmo de, por exemplo, rúcula. Ainda não estou nesse nível, quem sabe um dia.

Fica a dia de uma alimentação melhor, que pode ser gostosa e criativa, e de um restaurante nutritivo. Valeu a experiência, talvez eu volte.

domingo, 31 de julho de 2011

Festival de inverno UFSM

Hoje foi o último dia do Festival de Inverno da UFSM em Vale Vêneto. Ano passado cheguei a fazer um passeio pela cidade, mas não na época do festival, e almocei na Dona Romilda. Hoje fui pro Vale e almocei com outras 500 pessoas em um dos salões reservados para os santamarienses curiosos.



O ingresso de 16 ou 17 reais, não lembro ao certo, dava direito a um lugar em uma das mesas que acomodavam umas 100 pessoas cada. Tu ficava ao lado de pessoas desconhecidas, almoçando com elas. E eu dei a sorte de sentar ao lado de uma guria chatinha, com uma voz tão irritante... Sério, aquela voz no meu ouvido e a falta de educação dela em ficar pegando as comidas que estavam na minha frente com uma cara de arrogante, infelizmente interferiram muito no meu humor. Só de lembrar dela já me irrito, acabei não aproveitando meu almoço como gostaria.



Bom, apesar deste super inconveniente eu comi, e comi bastante. Nada parecia muito apetitoso ao vivo e muito menos nas fotos, mas até que estava gostoso. Impressionante a agilidade do pessoal em trazer as refeições. Eles saiam em filas, acho que umas 30 pessoas, entregando os pães, capeletti, risoto e carne. Era MUITA comida. Juntando os dois salões + a segunda leva de pessoas que comeram mais tarde e ainda quem levou comida, bem por cima, em uma conta mental que acabei de fazer da 2.000 refeições. Tá loco.


E aí que eu não gostei muito do almoço, ponto. Gostei mais da feirinha colonial que estava rolando do lado de fora. Comprei rapaduras :)




See ya ;*

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Cachaceando

Ontem ao meio dia fui experimentar o novo empreendimento da Cachaçaria Água Doce, o almoço. Eu ainda não tinha ido lá, até tentei ir uma vez à noite, mas estava lotado e com uma lista de espera relativamente grande, daí desisti.


O local tem uma aparência simples e mantém a mesma rusticidade das outras mais de 100 franquias pelo país. Perdida, não tinha a menor ideia de que era uma franquia e muito menos que existiam mais de 100. Aqui tem fotos de todas as unidades-  reparem como até as tolhas de mesas são iguais - e aqui tem a lista de onde se pode encontrar cada uma delas. Tudo organizado e bonito, de aparência, porque a comida...


É melhor ainda! Siiim, eu sei que estou gulosa ultimamente, dá para notar pelos últimos posts, mas é que na verdade ando é descobrindo sabores que meu paladar nunca tinha sentido, afinal, a minha alimentação era meio que... restritiva. Aí fui numa nutricionista em abril e a minha vida mudou. Ok ok Lia, não perde o foco, isso é assunto para outro post.

Voltando a comida da cachaçaria, foram feitos dois pedidos de pratos individuais que alimentam super bem duas pessoas. Dependendo da fome, não precisa pedir uma coisa para cada pessoa, façam um pedido coletivo, tipo um prato individual mais um acompanhamento.

A novidade do dia mesmo era a feijoada, então manda a ver! O jeito que ela é servida é uma graça, em potinhos para cada elemento: feijoada, arroz, torresmo, laranja, couve, pimenta, farofa e vinagrete. Eu estava com medinho que ela fosse forte e me desse problemas no decorrer da tarde, mas que nada, caiu super bem. Ainda bem!


O outro prato foi um peixe chamado tilápia, acompanhado de arroz e batata frita. O que tem em cima do peixe é queijo e tipo um molho de tomate com ervilhas. Então, ainda estou relutante em relação as ervilhas, sempre gostei de milho, mas ervilhas acho um pouco estranho, por isso cometi um leve pecado e coloquei elas de lado na hora de comer, daí ficou ainda mais gostoso!


Ah, de maneira nenhuma posso esquecer de mencionar as bebidas. Primeiro, uma caipirinha de cachaça porreta e, na sequência, um suco de laranja esplendoroso. Da caipira lembrei de tirar foto logo que chegou, mas o suco quase que não sobreviveu.


Tinha escutado comentários de que o local era caro, e sinceramente não achei. Não é barato, mas para comer bem vale o investimento, não da pra viver só de xis, pizza e miojo.

Até mais.

domingo, 3 de julho de 2011

O tradicionalismo do Augusto

Eu ia começar este post falando que ele não teria tantas fotos quanto eu gostaria. Porém, sempre que vou escrever sobre um local, dou um google para saber se o estabelecimento tem site, e não é que o Restaurante Augusto tem um site bem legal? É um daqueles sites padrões da Pacta que várias empresas de Santa Maria têm, então não é nenhuma novidade, mas o conteúdo é mara!

Pelo site pude saber a história do restaurante, que por sinal existe desde 1968 (!). Uma curiosidade é que o senhor Augusto é português e veio para o Brasil com 21 anos de idade trabalhar no restaurante do pai, que é também super conhecido na cidade, o Vera Cruz! Alguém sabia disso? Eu juro que não sabia e fiquei surpresa ao ler esta informação, achei legal :)

O salão pouco mudou no decorrer dos mais de 40 anos de funcionamento e inúmeras pessoas passaram por lá, incluindo várias celebrities. No site tem uma galeria de fotos curiosa, lotada de políticos, e um livro de visitas com mensagens deixadas por pessoas variadas. Pelo que entendi, qualquer um pode escrever um recado. Democrático, não?

Sou frequentadora assídua desde o ano passado e após ir tantas vezes lá, tenho meus pratos preferidos. Com certeza o combo couvert + salada caesar + massa à carbonara + torta de sorvete de chocolate com calda de chocolate é uma ótima pedida.

O couvert é super necessário para dar início a uma refeição no augusto. Pãezinhos recém saídos do forno, queijo, ovos de codorna e azeitonas e pepinos que eu dispenso. Ah, ali no meio do picadinho tem uma manteiga para passar no pão, adoro.


Faz pouco tempo que comecei a comer salada efetivamente e uma que me agradou bastante foi  a caesar. Ela é composta por alface americana, queijo ralado, pedaços de pão torrado - conhecidos como croutons - e o molho caesar. Até tentei fazer em casa essa salada, mas não deu muito certo porque eu não tinha todos os ingredientes. Aqui tem a receita que usei, caso alguém tenha interessa em fazer.

O prato veio cheio de alfaces e croutons, só que o pessoal se apressa na hora que chega a comigo, aí complicam as minhas fotos :P


Meio junto com a salada vem a massa à carbonara. Esta massa é uma delicinha, bem gordurosa cheia de bacon e queijo. Desta vez eu achei que exageraram um pouco no tempero verde, normalmente não vem tanto assim.


Para finalizar, adivinheeeem? Um doce bem doce. Torta de sorvete de chocolate com calda de chocolate. Para mim, é a melhor sobremesa que existe na face da terra. Sério! hahaha


Como escrevi acima, o augusto é antigo e possui coisas que só tem lá, o orelhão é uma delas. Siiim, já repararam? É ao lado dos banheiro. Afinal, celular nem sempre existiu. Outro item que eles mantém são alguns pratos personalizados, como este aqui do couvert:


Além, obviamente do bom atendimento dos garçons (incomum em Santa Maria), sempre com suas gravatas borboletas. Esta foto roubei do site e ela é antiga, mas o uniforme continua o mesmo e pelo menos quatro destes aqui abaixo ainda trabalham por lá.


Jantar no Augusto é certeiro, sem surpresas. Quer comodidade, tradicionalismo, atendimento e comida boa? Este é o local.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Mercado público, de cima.

Como comentei no post anterior, fui passar uns dias em Porto Alegre e visitei vários lugares que nunca tinha ido, incluindo o HPS, o qual não pretendo voltar tão cedo. Vou postar basicamente os locais que tirei fotos porque alguns ou não podia fotografar ou eu fiquei com vergonha mesmo. É bem estranho ficar fotografando os restaurantes e suas comidas, ainda mais quando tem várias pessoas e eu não quero mostrar os rostos, vai que alguém se ofenda. Até tenho um "quê" de cara de pau, mas os indivíduos em volta ficam olhando como se eu tivesse fazendo algo de outro mundo, tirando fotos. É mais engraçado ainda quando estou fazendo os vídeos, esses sim eu passo vergonha. Imaginem uma pessoa falando sozinha com uma câmera, normal não pode ser hahaha

Aos poucos eu vou perdendo mais a vergonha e tiro muito mais fotos para vocês, porque eu também concordo que uma foto vale mil palavras. Não interessa o quanto eu tento descrever algo, se não tiver uma foto fica difícil de assimilar. De post em post o blog vai evoluindo :)

Bom, vamos ao post do título!

Apesar de conhecer muito bem Porto Alegre, nunca tinha ido ao Mercado Público. Sábado passado fui com uma gangue de amigos almoçar e dar uma volta basicamente no andar de cima, pois logo que acabamos a comilança fomos fazer um roteiro cultural no centrão, mas isso é assunto para outro post.

O mercado é bem grandinho, mas não é absurdo de grande. Tem bancas que vendem de tudo, só não explorei elas, fica pra próxima ida. Já tenho motivo pra voltar!




Tem vários restaurantes na parte de cima e para todos os gostos. Peixe, ensopado, buffet, japonês e etc. Eles não são fechados, as mesas ficam espalhadas por todos os lados. Na teoria, o garçom disse que cada conjunto de mesas (dependendo da cor) se refere a um dos locais, mas na prática isso não faz diferença, então um mesmo grupo de pessoas pode pedir comida de restaurantes diferentes. Quanto aos valores, não é caro, mas também não é barato. Um buffet livre bem completo de qualidade mediana é 16 reais, e uma tainha gigantesca acompanhada de salada, arroz e batatas que serve 3 pessoas sai por 45 reais. Ok, né?




Quando fomos descer as escadas, passamos por uma feirinha de antiguidades e eu estacionei e tirei umas fotos. Adoooooro uma feirinha!


O que achei mais legal foram as câmeras, olhem essa de 1950! (a foto ficou tremida, mas da pra ver)




E o mais estranho foram as fotos antigas. Não sei vocês, mas eu não compraria fotos de pessoas desconhecidas para colocar na minha casa :P



Quando forem pra capital não deixem de passar por lá, destino turístico mais que bom. Beijocas.