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domingo, 31 de julho de 2011

Festival de inverno UFSM

Hoje foi o último dia do Festival de Inverno da UFSM em Vale Vêneto. Ano passado cheguei a fazer um passeio pela cidade, mas não na época do festival, e almocei na Dona Romilda. Hoje fui pro Vale e almocei com outras 500 pessoas em um dos salões reservados para os santamarienses curiosos.



O ingresso de 16 ou 17 reais, não lembro ao certo, dava direito a um lugar em uma das mesas que acomodavam umas 100 pessoas cada. Tu ficava ao lado de pessoas desconhecidas, almoçando com elas. E eu dei a sorte de sentar ao lado de uma guria chatinha, com uma voz tão irritante... Sério, aquela voz no meu ouvido e a falta de educação dela em ficar pegando as comidas que estavam na minha frente com uma cara de arrogante, infelizmente interferiram muito no meu humor. Só de lembrar dela já me irrito, acabei não aproveitando meu almoço como gostaria.



Bom, apesar deste super inconveniente eu comi, e comi bastante. Nada parecia muito apetitoso ao vivo e muito menos nas fotos, mas até que estava gostoso. Impressionante a agilidade do pessoal em trazer as refeições. Eles saiam em filas, acho que umas 30 pessoas, entregando os pães, capeletti, risoto e carne. Era MUITA comida. Juntando os dois salões + a segunda leva de pessoas que comeram mais tarde e ainda quem levou comida, bem por cima, em uma conta mental que acabei de fazer da 2.000 refeições. Tá loco.


E aí que eu não gostei muito do almoço, ponto. Gostei mais da feirinha colonial que estava rolando do lado de fora. Comprei rapaduras :)




See ya ;*

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Mercado público, de cima.

Como comentei no post anterior, fui passar uns dias em Porto Alegre e visitei vários lugares que nunca tinha ido, incluindo o HPS, o qual não pretendo voltar tão cedo. Vou postar basicamente os locais que tirei fotos porque alguns ou não podia fotografar ou eu fiquei com vergonha mesmo. É bem estranho ficar fotografando os restaurantes e suas comidas, ainda mais quando tem várias pessoas e eu não quero mostrar os rostos, vai que alguém se ofenda. Até tenho um "quê" de cara de pau, mas os indivíduos em volta ficam olhando como se eu tivesse fazendo algo de outro mundo, tirando fotos. É mais engraçado ainda quando estou fazendo os vídeos, esses sim eu passo vergonha. Imaginem uma pessoa falando sozinha com uma câmera, normal não pode ser hahaha

Aos poucos eu vou perdendo mais a vergonha e tiro muito mais fotos para vocês, porque eu também concordo que uma foto vale mil palavras. Não interessa o quanto eu tento descrever algo, se não tiver uma foto fica difícil de assimilar. De post em post o blog vai evoluindo :)

Bom, vamos ao post do título!

Apesar de conhecer muito bem Porto Alegre, nunca tinha ido ao Mercado Público. Sábado passado fui com uma gangue de amigos almoçar e dar uma volta basicamente no andar de cima, pois logo que acabamos a comilança fomos fazer um roteiro cultural no centrão, mas isso é assunto para outro post.

O mercado é bem grandinho, mas não é absurdo de grande. Tem bancas que vendem de tudo, só não explorei elas, fica pra próxima ida. Já tenho motivo pra voltar!




Tem vários restaurantes na parte de cima e para todos os gostos. Peixe, ensopado, buffet, japonês e etc. Eles não são fechados, as mesas ficam espalhadas por todos os lados. Na teoria, o garçom disse que cada conjunto de mesas (dependendo da cor) se refere a um dos locais, mas na prática isso não faz diferença, então um mesmo grupo de pessoas pode pedir comida de restaurantes diferentes. Quanto aos valores, não é caro, mas também não é barato. Um buffet livre bem completo de qualidade mediana é 16 reais, e uma tainha gigantesca acompanhada de salada, arroz e batatas que serve 3 pessoas sai por 45 reais. Ok, né?




Quando fomos descer as escadas, passamos por uma feirinha de antiguidades e eu estacionei e tirei umas fotos. Adoooooro uma feirinha!


O que achei mais legal foram as câmeras, olhem essa de 1950! (a foto ficou tremida, mas da pra ver)




E o mais estranho foram as fotos antigas. Não sei vocês, mas eu não compraria fotos de pessoas desconhecidas para colocar na minha casa :P



Quando forem pra capital não deixem de passar por lá, destino turístico mais que bom. Beijocas.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Feira do Livro de Santa Maria 2011

Ontem dei uma passada na Feira que já está acontecendo na Praça Saldanha Marinho desde sábado e vai até o dia 15 de maio, domingo. A estrutura é a mesma dos últimos anos, barraquinhas, palco, praça de alimentação, espaço criança e etc. Eu fui pelas 18h e estava bem lotado, será que a campanha ajudou na movimentação? Sabe que eu acredito que sim. Não algo do tipo "a feira dobrou de público por causa da campanha", mas acho que deve ter aumentado a curiosidade de ir ver qualéqueé dessa tal de feira com a campanha polêmica.







Programação tem para tudo que é gosto, qualquer horário que você ir, alguma coisa vai estar acontecendo e os livros sempre vão estar sendo vendidos. Teatro infantil, apresentação de crianças, bate-papo com escritos e muitos lançamentos de livros recheiam os 16 dias e noites. Aqui tem a programação inteira que está um pouco estranha, pois os horários dos lançamentos (17h30min às 18h30min) estão antes da programação infantil (normalmente das 13h até às 17h), mas nada que não se consiga entender.

Estão distribuindo na Feira a programação impressa, só não sei direito onde, a minha eu peguei no Theatro Treze de Maio, ali na frente.


E olha quem eu encontrei por lá, os personagens da campanha em tamanho gigante. Adorei!




Vale a pena conferir, comer um crepe, assistir a pelo menos um dos eventos e comprar livros :)

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Santa Maria em evidência, negativamente.

Hoje no Jornal do Almoço teve duas matérias sobre assuntos diferentes de Santa Maria e nenhuma delas teve uma temática positiva. A primeira foi sobre o estranho achado dentro de um pacote de biscoitos da Corrieri, já a segunda matéria falou sobre a tão polêmica campanha publicitária da Feira do Livro de Santa Maria.

Imagine você ao pegar um pacote de bolachas e sentir algo estranho, olhar, olhar e ver uma chave de fenda! Sim, foi isso que o simples e simpático casal de Uruguaiana achou no pacotinho da Corrieri. O pior de tudo é que eles não abriram o pacote e guardaram a nota, mas nem o mercado e nem a empresa de Santa Maria trocou as bolachas para eles. Fala sério, choquei. A melhor frase foi do Ciro, o senhor que comprou o pacote, "se eles não viram uma chave de fenda cair, imagina as coisas menores". É verdade, na minha casa Corrieri nunca mais.

Sobre a campanha da Feira do Livro (campanha completa aqui), eu não acho ela tão polêmica como foi retratada e ainda defendo a criatividade do pessoal do curso de Comunicação Social. Talvez tenham deslizado em usar a palavra ignorância, mas acertaram em usar os excessos como foco da campanha. Convenhamos, a campanha está lindinha e pelo menos gerou uma discussão, pior se tivesse ficado na moita. Sucesso para a Feira este ano! Agora, dispensável o comentário do Lasier "tem muita gente boa no brasil que não lê ou nunca leu livro algum e chega em alto cargos". Acho difícil, meu querido Lasier.

Vídeo das duas matérias abaixo:



Santa Maria, cuide melhor da sua imagem.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Vestibular UFSM

No clima de vestibular, a OPSs! está coordenando as promotoras da Caixa Econômica Federal que estão circulando pelo campus da UFSM nessa semana. Por isso passei os dias 13, 14 e 15 morrendo de calor aqui em Camobi, que é onde estou agora. Estou conseguindo postar nesse momento, graças ao inédito espaço montado aqui chamado Feirão Universitário. É tipo um feirão de imóveis mesmo, onde várias imobiliárias da cidade estão oferecendo aos universitários e seus pais, casas e apartamentos para alugar ou comprar.

O movimento em nenhum dos dias foi muito grande devido a localização deste espaço, que é ao lado do planetário; um pouco longe de onde acontece o vuco-vuco (na frente do Centro de Tecnologia). Mas tem massagistas (do curso de Ed. Física da UFSM) e computadores com acesso a internet (do Diário de SM) de graça :D Tem também tipo um bar do Panifício Mallet com bebidas e lanches para vender (poderia muito bem ser de graça também).

Fora isso o clima é bem tranquilo para mim, já que não passo mais pela pressão do vestibular. Porém, para os cursinhos, o clima é bem tenso. Os professores e pessoas que estão junto (que eu não sei o que elas são, mas estão sempre acompanhando os professores e ficando tensas junto com eles), no momento em que as provas começam, SEMPRE rezam o pai nosso. Desculpa avisá-los, mas acho que não é Deus que vai ajudar os seus alunos a entrar na federal, mas muuuuuito estudo e, é claro, sorte. No fim, o que os cursinhos fazem é uma real competição para ver qual aprova mais, para que sejam feitas grandiosas publicidades. Isso é o mundo capitalista :P

Me estendi nos cursinhos e no capitalismo, perdi o foco do evento. Vou indo passar um pouco mais de calor e quem sabe rola umas fotos amanhã.

Abraços, beijos e cervejas queridos leitores ;)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Feira do Livro de Porto Alegre

Sexta ao meio dia saí de Sta Maria com a family rumo a capital gaúcha para consagrar o meu tio Carlos Urbim, que este ano foi escolhido patrono da 55ª feira do livro de Porto Alegre.

Chegamos lá a tardinha após alguns transtornos durante a viagem, demos uma rápida passada no hotel e fomos para a posse do patrono no teatro Sancho Pança no cais do porto ao lado da Bienal do Mercosul. A posse teve toda aquela enrolação padrão de eventos públicos com a "ilustre" presença de autoridades como: o fogaça falando de pêssegos (y); o charles kiefer que eu particularmente gosto bastante, porém fez um discurso sobre uma falsa democracia que eu não curti muito; um cara francês falando do inacabável ano da França no Brasil; a secretária de cultura do RS, Monica Leal falando umas coisas sem sentido e por aí vai... Um ponto randon bem interessante de tudo isso é que todos os discursos tinham tradução simultânea pela linguagem de sinais.

Essa embromação durou uma hora até que foi encerrada com o emocionante discurso do recém-empossado jornalista e escritor Carlos Urbim. Não é porque ele é meu tio que vou ficar pagando pau, mas a emoção dele em finalmente ser patrono de algo que ele concorre a 10 anos, realmente (clichê) não tem preço. Sua fala contagiou as autoridades, as crianças e os mendigos ali presentes, contemplando uma breve homenagem a quem ama a literatura que foi encerrada com a declamação do poema infantil Biblioteca.

A minha mini ida a Porto Alegre ainda incluiu jantar e beber uns chops no Barranco sexta a noite, me encontrar com os jogadores do Inter na saída do hotel e assistir ao filme/documentário "Alô, alô Terezinha" ao lado de idosos no sábado às 14h. Eu recomendo muito ver o filme do Chacrinha que certamente deu um plus a cultura brasileira.

Abaixo, o instante em que Charles Kiefer desce do palanque, abraça Carlos Urbim e todos os fotógrafos acham que este é o momento da foto, inclusive eu :P


Sobre a promoção, sorry queridos leitores, mas não me organizei então não rolou. Mas acontecerá num futuro próximo, continuem atentos.

Beijosmeconvidempratomarumaceva!

domingo, 13 de setembro de 2009

Fui Curitibar

No feriadão em comemoração a independência do Brasil, eu saí do interior do RS e fui para a capital paranaense no Intercom nacional (congresso de estudos da comunicação). Após longas 18 horas de viagem de ônibus, cheguei em Curitiba 6ª de manhã, tomei café, fiz meu credenciamento no evento, tirei um cochilo e fui explorar a cidade.

Eu, Nadia e Andressa pegamos um daqueles ônibus de turismo por R$ 20 que dava direito a fazer 4 paradas. Considero esse transporte um investimento para quem passa poucos dias em uma cidade, porque te dá uma visão geral e ainda te transporta para as principais localidades. Então, no meu primeiro dia em Curitiba, fui ao Jardim Botânico, a Ópera de Arame e passei pelo Museu Oscar Niemeyer. Jantei num restaurante\bar maravilhoso que era todo inspirado na Califórnia com toques americanos e mexicanos, ameeeeeeei! Após jantar um hamburguer com batatas fritas, fui para o Sheridan's Irish Pub na Batel. Essa tal Batel é uma rua cheia de barzinhos, um do lado do outro onde o pessoal vai indo de bar em bar no decorrer da noite. Eu e as gurias acabamos ficando só no Sheridan's e lá a única cerveja de 600ml era a Heineken por uns 8 reais, de resto só tinha long-necks meia boca. Pelo preço da cerveja já da pra deduzir que todo o resto era igualmente muito caro, mas compensava o atendimento maravilhoso e o lugar, que era muito bom e tinha a melhor decoração de bar que já vi. Aquilo sim era um Irish Pub, e não o que o Saint Patrick tenta fazer aqui na cidade.

Abaixo, uma foto do lustre do bar, mara né?


De resto Curitiba foi legal, uma cidade excelente. Segura, cheia de prédios novos altíssimos, bares e boates geniais para todos os gostos, shoppings centers variados, uma feira excepcional no Largo da Ordem no domingo e pessoas não muito bonitas hahaha esse é um detalhe intrigante; aqui no Sul se vê pessoas bonitas e muito bonitas, mas lá não lembro de nenhuma pessoa que tenha se quer me chamado a atenção e acho que o resto do pessoal que foi na excursão concorda comigo.

Para encerrar aqui, o congresso que eu fui foi muito bem organizado, apresentei meu trabalho sobre educomunicação, trocamos ideias e assisti a mesas redondas e seminários inspiradores. Um alow especial a galera da UNESP Bauru.

domingo, 2 de agosto de 2009

Final-de-semana com direito a coquetel


Como ainda estou sem sair, continuo nos programas lights de final-de-semana. Ontem foi a vez da Feira de Múltiplas Artes, que acontece no primeiro sábado de cada mês, das 14h às 18h e seus meados, ao lado do Museu de Arte de Santa Maria (MASM) e tem como promotor a Prefeitura, através da Secretaria de Cultura aqui da cidade.

Cheguei na feirinha perto das 17h30min enquanto o sol ainda estava presente, porém os vendedores que por lá estavam, já iniciavam o processo de recolhimento de seus produtos. Para quem ainda não foi é uma boa dica aparecer na próxima e levar uma grana porque tem várias coisinhas legais. Eu sou suspeita pra falar de feirinhas porque A-DO-RO ir em uma, é possível achar produtos de boa qualidade por preços mínimos. Tudo lá era handmade ("feito pelas próprias mãos"), indo de chaveiros a bolsas e cachecóis. Essa é a segunda vez que eu fui e em comparação com a do mês de julho a variedade de produtos diminuiu, também não teve intervenções artísticas nem exposições independentes e ainda, alguns dos expositores que eu conheço não compareceram. Ponto negativo pra feirinha. Apesar dos apesares, eu saí satisfeita com o meu mais novo chaveiro, um cogumelo do SuperMário da Libi_artes :D


Bem do lado de toda essa função fica o MASM, onde em uma das salas estava tendo uma mostra até não sei quando do artista plástico Peciar, já na outra sala tinha uma exposição do grupo Arte Pública, a (ex)cultura. O trabalho do Peciar eu já conhecia então não foi nenhuma novidade, mas a outra exposição, que por sinal estava sendo inaugurada ontem com direito a vinho e biscoitinhos, eu achei ok. Não sou a pessoa mais indicada para falar de arte, mas a exposição em si não me chamou muito a atenção, apenas um dos trabalhos merece destaque que é o que localiza-se logo na entrada. Minha amiga Bona, estudante de Artes Visuais, fez a seguinte análise: "esta é uma obra aberta que está disposta pra qualquer interpretação, ela faz uma ligação com o modernismo, porém quebra tal ligação pelo fato de ser um trabalho contemporâneo que ocupa um lugar no espaço, se contrastando com as obras do modernismo através das figuras ali afixionadas".

E aí alguém entendeu? haha vai lá conferir e depois me conta se concorda com esta análise ;) a (ex)cultura fica no MASM até o dia 30 de agosto. Abaixo, eu sendo discreta para tirar foto da obra em questão.