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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Eu saí na rua.

Bom, eu tive que sair pra comer porque já eram duas tarde e eu tava com fome. O meu "trainee buddy", que é o indiano responsável pela minha feliz estadia aqui na cidade, veio me buscar e nós fomos no shopping comer. É só atravessar a rua, quero dizer, a avenida da morte. Tipo assim, cruzar uma travessia é muito difícil porque os carros não param, eles te ignoram, buzinam pra ti e passam por cima. E ainda andam na contra mão e não param no semáforo. Achei tenso e fiquei com medo de ser atropelada. O indiano só me falou "olha para os dois lados, corre e se precisar pula em cima do carro." hahahah OI? Bom, eu corri e to aqui escrevendo, sobrevivi ao meu primeiro dia o/

Fora o caos dos carros, as ruas são muito sujas. É tudo jogado, com uns pássaros estranhos chamados crows (tá, acabei de dar um google, são os malditos corvos, pior que pomba) comendo todo o lixo jogado na rua. Ah, de brinde eu vi um cara mijando (y). Comentei com o pessoal que mora comigo e eles perguntaram se eu não vi alguém fazendo cocô na rua. WTF?! Sério, essa gente é muito loca hahahah

E gente, eu só atravessei a rua. Credo, isso aqui vai ser uma loucura.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

táxi + porto alegre + chuva = missão quase impossível

Tinham me falado que pegar táxi em Porto Alegre em dia de chuva estava difícil, só não pensei que fosse uma missão quase impossível.


Chovia muito na última segunda-feira na capital e eu tinha que fazer um pequeno trajeto até a rodoviária para pegar o ônibus das 10h da manhã, aí pensei "tá, se eu pedir um táxi uma hora antes, com certeza consigo chegar a tempo". 9h fiz a primeira ligação para um tele-táxi e deu ocupado, tudo bem, porque eu ainda tinha outros três números. Liguei para os outros três, todos ocupados, comecei a ficar nervosa. Na esquina do apê onde eu estava tinha um ponto de táxi, decidi descer com a minha mala e tentar um táxi ali. Cheguei no térreo, coloquei a cabeça pra fora e tinha um carro esperando por mim. Me enchi de alegria. No que fui abrir a minha sombrinha (já falei que estava chovendo muito?), olhei de novo pro ponto e o táxi não estava mais lá.

Comecei a ligar incessantemente  para os quatro números e nada. 9h 20min. O porteiro se sensibilizou comigo e disse que um amigo dele às vezes fazia os lados de taxista (a.k.a. táxi executivo), me passou o celular, liguei e é óbvio que caiu na caixa de entrada. Na minha frente passavam e passavam táxis com passageiros, eu ligava e ligava para os quatro números e me questionava se conseguiria pegar o ônibus. 9h 40min com um mínimo de esperança restando, eis que um dos números me atende. Alegria, alegria! Aí a telefonista fala "moça, vai demorar uns 15 minutos". Tá, pelo menos ele vem, quem sabe eu chegue a tempo.

Nem um minuto tinha passado e o porteiro veio correndo na minha direção, "moça, moça, consegui chamar um táxi lá do ponto de baixo, ele está fazendo a volta e vindo aqui". Aaaaaaai sério? Eu nem tinha visto ele sair, muito obrigada :D em instantes o táxi chegou, fomos para a rodoviária e estacionou em cima do laço. O que importa é que consegui pegar o ônibus, os sentimentos de conquista e êxtase eram intensos hahaha

É até um pouco engraçado pensar que falta táxi em Porto Alegre, com a quantidade imensa que vemos nas ruas. Enfim, #ficadica pra quando for pegar táxi em dia de chuva na capital, se programe várias horas antes ou até faça aquele esquema de já deixar um horário acertado com um motorista.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

cut&paste

Nesse sábado rolou o cut&paste em Porto Alegre (clica aqui para entrar no site oficial) que, em seu sentido cru, é uma batalha de designers. Cada competidor deve desenvolver uma ideia ao vivo em 15 minutos, em cima de um tema previamente estabelecido. O melhor é que o público presente pode acompanhar o desenvolvimento do desenho, já que os notes estão conectados a telões. Este evento acontece desde 2005 e tem edições anualmente em Los Angeles, Tokyo, Londres, Berlin, Shangai e outras tantas cidades movidas pela criatividade. Aqui vai um vídeo que da para entender bem o que acontece:


O evento teve início por umas 19h no DC Navegantes com três palestras de +/- 20 minutos cada e logo em seguida começou a competição. Eram oito competidores, que foram divididos em dois grupos de quatro, sendo assim, duas rodadas. Após se enfrentarem com o tema "liberdade", desenhando no photoshop, os jurados escolheram os dois melhores de cada grupo e estes quatro finalistas batalharam entre si com o tema "futuro".





Por acompanhar eles desenhando, parece que toda a tensão desce do palco para o público e todo mundo fica tenso junto hahaha verdade! E outra, eu manjo de corel e photoshop só o básicão e demoro hooooras para fazer pequenas coisas, assistir aos competidores fazendo desenhos incríveis em 15 minutos é de cair os butiás do bolso. O esquema fica todo mais emocionante porque a música rola na hora, meio eletrônica com sons de guitarra, uma loucura.


Ah, e quem foi o vencedor? O catarinense Rogério Puhl, que no sábado ganhou a etapa 2D de Porto Alegre e de lavada levou uma passagem para NY para assistir a final mundial, mesmo se não passar na fase de São Paulo. É, Porto foi uma etapa da fase nacional, agora o Rogério vai competir em SP em outubro e se passar, compete no mundial.


Ilustradores, designers e amantes de desenhos, #ficadica para participarem no próximo ano e se desafiarem em 15minutos. É muita emoção.

As fotos são do site obaoba.com.br, crédito para Juliano Conci.

See ya.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Quem matou Norma?

Depois de "quem matou Saulo?", com direito a enquete e tudo aqui no blog, a saga continua com "quem matou Norma?", na novela Insensato Coração. Eu gostava tanto da Norma... Glória Pires vai ser lembrada para sempre, tipo a Clara (Mariana Ximenes) em Passione.


Já está aqui ao lado a enquete, vai ficar aí até sexta às 21h. Abaixo a lista dos suspeitos:

Cortez: apesar de ter mais motivos para matar o Léo, a Norma estava protegendo o "amado"... vai saber né.
Eunice: revoltada porque a Norma sabia do seu caso com Ismael, xingou muito ela e até ameaçou "você não sabe do que eu sou capaz".
Fabíola: descobriu nos últimos episódios que a Norma é ex-presidiária e pode ter matado o Milton.
Ismael: foi humilhado e demitido pela Norma.
Jandira: será que a Norma não deixou um testamento?
Léo: $$ e raiva.
Pedro e Marina: casal mais chato ever, não devem ter matado a Norma, mas são suspeitos.
Raul: apareceu ao lado do corpo logo após os tiros, meio óbvio de mais, não?
Tia Neném: completamente louca! Foi vista chegando em casa bem nervosa, logo depois do assassinato e meteu um drinks.
Wagner: Estava parecendo confiável demais, será que não é comparsa do Léo?
Wanda: Mãe e protetora do Léo, já estava ficando com ciúmes da Norma...

Let's go votar e aguardar o episódio de sexta!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Lá se vai um Velho Seresteiro

Na madrugada de sexta para sábado aconteceu um latrocínio na Appel. Latrocínio é uma palavra que está ficando cada noite mais conhecida, assalto seguido de morte. Como se já não bastasse levar os nossos pertences, esses FDP ainda precisam nos matar. E foi isso o que aconteceu com José Antônio Brasil Mendes, 66 anos, o Velho Seresteiro que tocava pandeiro.

Ele e a esposa, há 43 anos juntos, desciam a Appel a pé quando foram abordados por dois homens armados em um Astra branco, quase em frente a minha casa, o quão tenso é isso. José tinha uma arma no bolso (!), reagiu ao assalto e foi atingido por três tiros. Os assaltantes levaram uma bolsa, dois celulares e uma vida. Como se não bastasse, a dupla ainda assaltou uma padaria após o crime. É muita frieza.

Os suspeitos já foram pegos, inclusive a namorada de um deles, que emprestou o carro para os assaltos. Alow, mulherada, o amor não é cego! Sejam mais realistas com seus parceiros, dar uma de querida para que o broto mate uma pessoa não é legal.

Encerro este post com "Mulheres", de Martinho da Vila, interpretada pelos Velhos Seresteiros.


Seu José, fique em paz.

Notícia completa no site do Diário, aqui.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Kit Kat

Será verdade? Encarte do Nacional do Diário de Santa Maria de hoje. Alguém confirma?


Atualização!


Chegou de verdade!


E já acabou rapidinho também hahaha x)

R$ 2,28 e tem bastaaante no Nacional. Corre lá.

domingo, 26 de junho de 2011

Experienciando a saúde pública

Vim passar uns dias em Porto Alegre para fazer programações diversas com o namorado e amigos. Mara, se eu já não tivesse vindo para cá com os sintomas adoráveis da sinusite em meu corpo, principalmente na minha cara. O nariz, nos poucos momentos em que consigo respirar, fica escorrendo como se não tivesse amanhã, enquanto meus ouvidos permanecem entupidos e as bolsas embaixo dos olhos me pressionam quase ao ponto de explodirem. Isso tudo acontece ao mesmo tempo em que estou tossindo sem parar.

Eis que às 4h desta madrugada acordei tendo uma crise de tosse misturada com nariz entupido. Minutos depois meu ouvido direito começou a latejar de dor como se tivesse uma agulha fincando no cérebro. Tentei dormir nas três horas seguintes, mas não consegui. 7h da manhã, quando já tinha amanhecido e eu não aguentava mais de dor, o namorado atenciosamente me levou no hospital mais próximo, o do Moinhos. Ao chegarmos lá o atendente super sincero avisou que só tinha clínico geral de plantão e que eu teria que pagar o valor de uma consulta, R$ 150. Ouch! Acho que ele notou a minha cara de dor e insatisfação com o preço que acabou indicando para irmos ao Hospital de Pronto Socorro, conhecido como HPS, pois lá teria um otorrinolaringologista (ufa) e seria de graça. Ok, fomos.

O HPS é tipo o Pronto Atendimento do Patronato em Santa Maria. É um local destinado para emergências, então aparece de tudo um pouco, e as condições não são as melhores. Eu não tive muitas experiências em hospitais e das que tive nenhuma foi tensa ou era uma situação difícil de lidar, então eu não sabia o que esperar. Preenchi meus dados com um atendente que parecia não estar a fim de trabalhar estar cansado e logo me encaminharam para o setor de oto(...), onde fui recebida por um médico que olhou minha ficha e disse "ah, não é urgente, espera uma consulta". Ammm... ok? Meu ouvido estava doendo tanto que nem pensei direito no que ele falou e apenas aceitei.

O cenário não era bom. Uma das paredes tinha respingos de sangue e o que estava a minha volta parecia ser velho, se não estava quebrado ou sujo. Passada meia hora no máximo, o movimento era quase nulo no hospital, até escutei os seguranças comentando como a manhã estava calma. Acho que era pouco antes das 8h quando entrou no corredor um guri com a o lado direito da face destruída e inchada acompanhado por uma mulher que parecia ser sua mãe. Ele mal andava e estava coberto de sangue. Nesse momento fiquei enjoada e pensei em ir embora, pois não sabia por quanto tempo ainda teria que esperar. Logo que isso aconteceu, fui chamada por um outro médico que me examinou rapidamente e constatou, otite média aguda. Ao sair da sala dele, a movimentação era visivelmente mais intensa e algumas pessoas esperavam para serem atendidas. Fui embora, comprei os remédios da receita e dei início a um tratamento de dez dias contras as "ites".

Contei para algumas pessoas esta história e o comentário geral foi sobre a rapidez do atendimento no HPS, que normalmente chega a três horas de espera. Alguns também mencionaram que neste hospital é comum situações tipo o do menino com o rosto desconfigurado e que eu dei sorte de não ter visto outros casos piores.

Com ou sem sorte e demorando mais ou menos, fui bem atendida e de graça. Pode parecer bobo, mas senti que fiz uso, de forma tangível, dos impostos que pagamos. Depois desse perrengue reconheço que trabalhar em um hospital com certeza é dureza e lidar com vidas num ambiente nem um pouco reconfortante deve ser ainda mais difícil.

Obrigada atendentes, médicos, paracetamol e amoxicilina, já estou melhor! Obrigada a você também,  leitor, que chegou ao final deste post gigante.

Até mais, pessoal e até nunca mais sinusite!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Acidentando-se na esquina

Desde que comecei a dirigir, passei a respeitar mais os pedestres e a ficar com mais raiva dos motoristas e motociclistas. A maioria das pessoas que dirige, uma moto, um fusca ou uma caminhoneta, seja o que for, normalmente se acha o dono do mundo, e isso inclui mulheres, homens, pessoas idosas e adolescentes. Pode ser simplesmente por ser desligado do mundo (falar ao celular dirigindo dá multa!), estar com problemas no dia e ter falta de atenção ou realmente achar que não tem outros automóveis ao seu redor. Cada um com seu motivo, mas desrespeitar no trânsito a ponto de causar um acidente e colocar vidas em perigo, nada justifica.

Aqui perto de casa aconteceram nas últimas semanas cerca de 5 acidentes no mesmo cruzamento. E muita gente tem saído gravemente machucada. Hoje eu estava entrando na porta do prédio quando escutei uma batida forte. Virei para trás e vi um caminhão destruir um carro (veja a ironia) do Hospital de Caridade. Fui me informar com quem estava ali por perto e parece que o caminhão cruzou a esquina sem olhar para os lados, sendo que a preferencial não era dele. Tipo, ALOW? O caminhão ficou intacto e o homem que estava dentro do carro, mesmo usando o cinto (!), bateu com a cabeça no vidro e desmaiou na hora. Segundos após o acidente já tinham jornalistas na área, bombeiros, ambulância, policiais e vários curiosos, inclusive eu, que estava com a câmera e registrei os momentos.

Vuco-vuco de curiosos.

Tirando o cara do veículo.
(Como uma pessoa sensata que sou, nao tirei fotos do homem que se machucou)
Hoje foi uma exceção porque o motorista passou sem se quer olhar para os lados, mas normalmente tem carros estacionados na esquina, impossibilitando a vista dos que querem continuar o seu caminho. Gente, tem uma faixa amarela que foi recentemente pintada na esquina, eu não consigo entender o que leva algum idiota a estacionar ao lado da maldita faixa amarela e algumas vezes até em cima da faixa de segurança! Estas faixas não servem apenas para colorir a cidade, galera.

Faixa amarela na esquina.

Detonado, bem trash mesmo.
Este post não é para falar que eu sou uma motorista e uma pedestre 100% correta, já passei por um acidente na Av. Medianeira, ninguém se machucou, mas não é num nem um pouco legal. Agora me diz, custa cuidar um pouquinho mais na hora de atravessar a rua? Vai te cair um pedaço olhar para os dois lados antes de cruzar uma esquina? Não, mas um acidente pode te tirar um pedaço ou o teu todo.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Green Day - p. 2 - "no evento"

Para não passar tanto tempo após o show, aqui vai o post. A parte 1, que resume alguns fatos antes de entrar no Gigantinho encontra-se aqui.

Enchendo...
Superguidis
Entrei no ginásio muito emocionada com a situação de ver o Green Day. Decidi ficar na pista, mas bem no fundo para não passar sufoco nem apertos. Tomei uma, duas, três cervejas e continuei ali. A banda de abertura era Superguidis e estava marcada para começar às 21h e o show principal às 22h. Pouco antes das nove, Superguidis subiu no palco e tocou em frente aos instrumentos do Green Day que estavam cobertos por um tecido preto. O show de abertura não foi empolgante, mas eles marcaram presença e tocaram alguns de seus sucessos para um público de 12 mil pessoas que ainda estava preenchendo todos os cantos do local. Os integrantes da banda finalizaram sua apresentação com frases do tipo "obrigada por não nos vaiarem". Eles estavam indo tão bem, acho que não precisavam ter se rebaixado e dito isso.

Foi em meio a banda gaúcha que notei que não enxergaria nada no lugar onde estava. Eis que vi uma brecha no final da arquibancada, junto à grade. E para ali eu fui. Nesse meio tempo perdi algumas companhias e achei outras. Fiquei ali parada escutando aquelas maravilhosas (not!) músicas ambientes que são colocadas antes dos shows, quando de repente começa a sair das caixas de som "song of the century". Nesse momento os milhares de fãs presentes gritavam histericamente e, emendado a esta música, para surpresa de todos, 20 minutos antes do esperado, Billie Joe, Mike Dirnt e Tre Cool invadem o palco tocando "21st century breakdown". Gente, sério, as pessoas foram a loucura  total (eu junto!), como se aliens estivessem invadindo NY ou Elvis tivesse voltado à vida!

Vídeo da abertura do show, vale a pena conferir.


Bem no comecinho.

"she" e "basket case", sente só a empolgação da galera!



Fã ganhando a guitarra!
Na sequencia do espetáculo, fãs subiam no palco, abraçavam e beijavam Billie Joe. Nunca vi tanta interação com o público, desde o contato direto até as máquinas de jogar papel higiênico e as chuvas de papeis do Green Day. Fogos de artifício, fumaça e explosões de fogo faziam a cabeça das crianças, pais e avós tomados pela emoção, ainda mais da menina que ganhou a guitarra do Billie (SIIIIIIIIIIIIIIM, ele chamou uma guria qualquer para cantar e ela acabou levando pra casa a guitarra dele!). Nessa emoção toda, por um impulso, eu decidi que queria estar lá na frente e sentir mais do felling incrível que estava no ar. Bravamente fui ultrapassando pessoas, quando por sorte uma roda punk surgiu, abrindo espaço. Eu me enfiei nela, até que consegui atravessar o estádio e ficar a dois metros do palco. Fazia um tempo que eu não ficava no meio do burburinho, morrendo sufocada e super feliz :D uns amigos foram comigo e me levantaram várias vezes. Não tem preço tu abanar para um artista que gosta muito e ele abanar de volta. O quanto ridículo e infantil isso possa parecer, essa mini sensação de proximidade faz ganhar todo o show. Além de tocarem todos os sucesso do Green Day, ainda fizeram cover de AC/DC e Beatles. Pulei, gritei, berrei e fui amassada, até que não consegui mais aguentar. Eu estava sufocada pelo suor do bando de homens que estavam lá na frente e com muita dor no pescoço de ficar olhando pra cima porque eu era a menor pessoa no bolor.

Tocando cover.
Para finalizar, duas lentinhas que não sei como essa pessoa filmou tão perto de tão longe.


Fragilizei e saí. As últimas três músicas eu estava tomando uma água lá fora. Credo, como valeu a pena ter ido para pertinho do palco, sem palavras. 

Fim do post número 2.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Quem matou Saulo?

É minha gente, a tensão está no ar em Passione. Após uma semana cheia de intrigas, as inimizades de Saulo chegaram em seu ápice e hoje o personagem do Werner Schünemann foi assassinado. O gaúcho, que ganhou destaque em A Casa das Sete Mulheres, estava desempenhando muito bem o papel mais maldoso ever de sua carreira. Uma pena mesmo ele ter morrido, mas que tava dando uma baita raiva da malvadeza do Saulo, aaaah tava dando sim!


Mas e aí, quem você acha que matou o Saulo? Aqui estão os suspeitos e seus motivos:

Agnello - Estava pegando a Stela, esposa do Saulo
Arthurzinho - Queria livrar a família toda do mal
Melina - Chantagens
Fred - Dinheiro e chantagens
Noronha - Desvio de dinheiro, estava sendo ameaçado pelo Saulo
Gerson - Saul descobriu o segredo do computador
Mirna - Também tinha um caso?
Totó - Para proteger Agnello
Laura - Há boatos que era amante do Saulo, pode ter ficado de cara com o rompimento
Stela - Odiava o Saulo mais que tudo na vida
Danilo - Tá sumido fazendo o quê?
Clara - Essa tá perdida
Antero, Diógenes e Fortunato - Para proteger pessoas alheias

Leia mais sobre os álibis dos suspeitos aqui. E não esqueça de votar ao lado ;)