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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

À La Oasis

Santa Maria anda mais do que na onda de tributos, já estava na hora do Oasis ganhar um. E olha, grandes músicos da cidade tomaram esta iniciativa e abraçaram com força a causa. São eles - informações roubadas do Diário: o vocalista e guitarrista Diego De Grandi, Marcus Molina (da Nocet, que assume os vocais no tributo), o guitarrista Batavo, o baterista Gilson Santos (da Band on the Run) e o baixista Rogério Papalia.

Semana passada o grupo tocou no Macondo e ontem no Zeppelin, showzásso. Gente que loucura, de verdade, rolou até imitação do Liam Gallagher feito pelo Molina hahaha só que infelizmente eles não quiseram tocar Lyla (y), então o Oasis de verdade toca aqui no blog :)


Mudando de assunto completamente, quero deixar um recado pra mulherada que sai a noite para arrasar. Quando sentarem, favor observar se a sua calcinha está aparecendo, não apenas um centímetro, mas se está aparecendo ela inteira. Não entendeu? Clique aqui. Ontem no Zeppelin tinha uma dessas cenas exatamente no meu campo de visão, vermelha. Tipo assim, tu saiu toda se achando gatíssima de casa com uma calcinha vermelha, pronta para f**** madrugada a dentro, ótemo, vai lá amyga! Só não precisa avisar o bar inteiro das tuas intenções, ok? #ficadica

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Cachaceando

Ontem ao meio dia fui experimentar o novo empreendimento da Cachaçaria Água Doce, o almoço. Eu ainda não tinha ido lá, até tentei ir uma vez à noite, mas estava lotado e com uma lista de espera relativamente grande, daí desisti.


O local tem uma aparência simples e mantém a mesma rusticidade das outras mais de 100 franquias pelo país. Perdida, não tinha a menor ideia de que era uma franquia e muito menos que existiam mais de 100. Aqui tem fotos de todas as unidades-  reparem como até as tolhas de mesas são iguais - e aqui tem a lista de onde se pode encontrar cada uma delas. Tudo organizado e bonito, de aparência, porque a comida...


É melhor ainda! Siiim, eu sei que estou gulosa ultimamente, dá para notar pelos últimos posts, mas é que na verdade ando é descobrindo sabores que meu paladar nunca tinha sentido, afinal, a minha alimentação era meio que... restritiva. Aí fui numa nutricionista em abril e a minha vida mudou. Ok ok Lia, não perde o foco, isso é assunto para outro post.

Voltando a comida da cachaçaria, foram feitos dois pedidos de pratos individuais que alimentam super bem duas pessoas. Dependendo da fome, não precisa pedir uma coisa para cada pessoa, façam um pedido coletivo, tipo um prato individual mais um acompanhamento.

A novidade do dia mesmo era a feijoada, então manda a ver! O jeito que ela é servida é uma graça, em potinhos para cada elemento: feijoada, arroz, torresmo, laranja, couve, pimenta, farofa e vinagrete. Eu estava com medinho que ela fosse forte e me desse problemas no decorrer da tarde, mas que nada, caiu super bem. Ainda bem!


O outro prato foi um peixe chamado tilápia, acompanhado de arroz e batata frita. O que tem em cima do peixe é queijo e tipo um molho de tomate com ervilhas. Então, ainda estou relutante em relação as ervilhas, sempre gostei de milho, mas ervilhas acho um pouco estranho, por isso cometi um leve pecado e coloquei elas de lado na hora de comer, daí ficou ainda mais gostoso!


Ah, de maneira nenhuma posso esquecer de mencionar as bebidas. Primeiro, uma caipirinha de cachaça porreta e, na sequência, um suco de laranja esplendoroso. Da caipira lembrei de tirar foto logo que chegou, mas o suco quase que não sobreviveu.


Tinha escutado comentários de que o local era caro, e sinceramente não achei. Não é barato, mas para comer bem vale o investimento, não da pra viver só de xis, pizza e miojo.

Até mais.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Final de ano no Zeppelin

No final do ano passado (ainda estou estranhando falar em 2010 como sendo o "ano passado") fui no último dia de abertura do Zeppelin antes de fechar para um breve recesso. Cervejas em liquidação e diversos músicos tocando junto foi o que me levou a ir ao bar nesta noite.

Chegamos cedo para não perder a reserva da mesa que, antes da 22h, já estavam todas ocupadas. O objetivo da noite era acabar com as cervejas, por isso muitas delas foram liquidadas e tiveram seus preços devidamente reduzidos, aproveitei para provar três. A primeira foi uma catarinense de Joinville, a OPA. Ela é mais ou menos, tem um leve sabor de frutas ao fundo. O pessoal que estava comigo chegou a nota média de 8,5.


A cerveja seguinte foi na verdade uma dupla de promoções, foi pedida uma dobradinha de Eisenbahns, a Strong Golden Ale e a Weizenbier (link para todos os produtos - excelente site!). A primeira é um pouco escura, tem alto teor alcoólico e é bem encorpada. Ela recebeu a nota mais alta da noite, 9,5. Enquanto que a segunda, mais clara e produzida com base no trigo, é mais leve e recebeu a nota média de 9 por ter menos teor alcoólico hahahaha just kidding.


Como não da para ficar só bebendo, pedimos uma porção de deliciosas polentinhas e um filé zeppelin que acompanha batatas com queijo. Tudo muito gostoso!

Famintos, ninguém conseguiu esperar para que eu tirasse a foto.

Foto ruim nº1 - Lotado.

Foto ruim nº2 - Músicos.
A música estava excelente. Cover de Led Zeppelin, Rolling Stones e mais um outro que não lembro no momento embalaram o bar que estava lotado como nunca. Foi realmente uma noite para fechar o ano com chave de ouro. Saí de lá eram quase 4 horas da madrugada, nunca tinha ficado até essa hora no Zeppelin. Poderiam fazer mais noites como essa :)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Aos moradores da Rio Branco

Após as tragédias da esquina assassina do post anterior, decidi relaxar. Foi aí que me chamaram para tomar uma cerveja no Bar Da Rua ou Da Rua Bar, não tenho certeza do nome do estabelecimento. Também não tenho certeza do nome da rua onde é este barzinho, mas assim: andando na Rio Branco, indo em direção ao novo viaduto, antes de chegar nele dobra à esquerda, daí passa o posto e é na quadra seguinte. Fácil de achar.



O lugar foi inaugurado há duas semanas e é muito simpático. Todo em tons claros, é gerenciados por duas mulheres e por isso a atenção aos detalhes foi maior do que um bar gerenciados apenas por homens - desculpe, homens, mas vocês não prestam muita atenção à detalhes quando abrem um bar (a não ser que você contrate um decorador, mas isso não vem ao caso no momento).

Lustre + cortina.
As cortinas são feitas do mesmo tecido dos suportes dos lustres e as cadeiras não têm logos infelizes de cervejas, ou seja, este é um dos únicos bares da cidade que não tem a mão da CVI, possibilitando cervejas de várias marcas.

Fora.

Dentro.
Porta do banheiro: meiga.
O lugar é simples e aconchegante e é uma ótima pedida para uma cerveja amiga e para um picadinho no final da tarde.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Barcelona, uma alternativa inesperada

Sexta-feira passada fiz um remember com mais 3 amigas que eu não saía junto fazia um tempinho. Depois de uma hora rodando pela cidade, paramos no São Francisco, um dos únicos locais da cidade que ainda tinha mesas e cadeiras disponíveis. Para a nossa surpresa, estava rolando um samba de raiz. Nos sentamos, tomamos várias Polares de litro, curtimos um samba, comemos batatas fritas e às 2h da madrugada fomos convidadas a se retirar porque o bar estava fechando.

Então agora sim começa o Barcelona. Para não encerrar a noite, fomos pela primeira vez lá. Cheio de carros na frente é um bom sinal, mesmo com a fachada sendo bem feia. Oito pilinhas pra entrar na casa de três andares com direito a vários ambientes. O primeiro deles é a garagem, onde fica o dj da festa, a música é mais agitada e estava rolando a pegação, todo o ambiente é preto e tem até um palco para quem quisesse dançar. Subindo para o térreo é que começa a loucura, uma salinha vazia tocando músicas indianas e um baita pátio com uma piscina tri massa e matinhos. Até aí estávamos achando tudo diferente, da casa às pessoas, até que subimos para o terceiro andar. Lá tinha uma mesa de sinuca, vários quartos com um entra e sai de pessoas e inúmeras pétalas de rosa espalhadas em um dos ambientes, no qual eu acho ter visto uma odalisca (SIM!). Não é que eu tenha me chocado com o lugar, mas achei tudo completamente inesperado.

Algumas coisas negativas merecem serem observadas: a cerveja era servida naqueles copos enormes a R$ 4, despejavam a garrafa inteira ali; não serviam drinks; os banheiros eram muito sujos e na hora de pagar demorei um tempo pra achar onde que era o caixa. Fora isso, eu certamente recomendo pra quem quiser sair do circuito DCE-Macondo e não quiser sair do "alternativo".

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

34ª Secom e PANC

Passei os últimos dois dias envolvida na Secom (semana de comunicação) lá na UFSM. Participei por dois principais motivos: 1) apoio ao pessoal do diretório acadêmico que eu sei que é pura bucha organizar isso tudo porque ano passado fui coordenadora da comissão de cultura e lazer (leia-se festas) e 2) a temática era realmente interessante - Que mídia é essa? Comunicação e convergência.

Na sexta-feira à tarde participei de duas palestras específicas. A primeira às 14h com Cynthia Polzer, responsável pelo marketing da agência 4C de São Paulo que, diga-se de passagem está muito a frente de qualquer cidadão santamariense. Twitter, Orkut, Facebook, interação entre as redes e como utilizá-las de maneira eficiente foram o tema do bate-papo. Com clientes como Google e Nike, exemplos não faltaram e com a sua simpatia, Cynthia prendeu a atenção de todos os presentes durante 2 horas. A segunda, com Sabrina Homrich, funcionária da Loop Reclame e comunicadora da extinta rádio em Santa Maria, Pop Rock. Não curti muito porque o assunto não era do meu interesse, a importância do áudio na comunicação. Mas foi legal, ela mostrou uns vídeos de propagandas que a produtora dela dublou e é incrível a diferença de um comercial com e sem som.

Após a minha agradável tarde, assisti a um painel com Eurico Meira, Gabriel Klein, Cynthia Polzer e Sabrina Homrich. Foi bem produtivo, o pessoal debateu sobre as novas tecnologias, que não são mais tão novas (vide: internet), em como elas estão inseridas em nossas vidas. Um fato engraçado foi o pequeno atrito que rolou entre a Sabrina e o Eurico (diretor geral de jornalismo da RBS), ela era meio moleca e ficava alfinetando algumas coisas da RBS, ele respondia algumas, outras meio que ignorava e tentava contornar a situação.

A secom continuou no dia seguinte com oficinas +/- e com a festa de encerramento e entrega do PANC (prêmio anual da comunicação) onde eu ganhei um troféu pelo melhor boletim impresso inscrito no concurso ^^ fiquei muito feliz porque realmente deu trabalho fazer o CALdeirão. A festa rolou lá no Amsterdam, que aqui no blog eu já babei bastante o ovo, mas que meo deos, qual o problema dos donos? Eles não tem mais orkut, nem twitter, não atendem o telefone, no banheiro feminino não tinha papel, nem lixo, nem água, a descarga não estava funcionando e o pior a cerveja estava quente! Gente, que horror, mas como eles não fecharam ainda? Devem ter um santo muito grande...

Encerrando, parabenizo ao pessoal do DACOM que fez toda a função acontecer que foi uma evolução do ano passado e espero que assim continue porque ano que vem será a minha última semana acadêmica como aluna :O

Abaixo, um dos materiais da secom, que foi todo feito com light painting.



E aqui, o diário da semana, com as fotos de algumas pessoas que participaram, inclusive eu :P


domingo, 13 de setembro de 2009

Fui Curitibar

No feriadão em comemoração a independência do Brasil, eu saí do interior do RS e fui para a capital paranaense no Intercom nacional (congresso de estudos da comunicação). Após longas 18 horas de viagem de ônibus, cheguei em Curitiba 6ª de manhã, tomei café, fiz meu credenciamento no evento, tirei um cochilo e fui explorar a cidade.

Eu, Nadia e Andressa pegamos um daqueles ônibus de turismo por R$ 20 que dava direito a fazer 4 paradas. Considero esse transporte um investimento para quem passa poucos dias em uma cidade, porque te dá uma visão geral e ainda te transporta para as principais localidades. Então, no meu primeiro dia em Curitiba, fui ao Jardim Botânico, a Ópera de Arame e passei pelo Museu Oscar Niemeyer. Jantei num restaurante\bar maravilhoso que era todo inspirado na Califórnia com toques americanos e mexicanos, ameeeeeeei! Após jantar um hamburguer com batatas fritas, fui para o Sheridan's Irish Pub na Batel. Essa tal Batel é uma rua cheia de barzinhos, um do lado do outro onde o pessoal vai indo de bar em bar no decorrer da noite. Eu e as gurias acabamos ficando só no Sheridan's e lá a única cerveja de 600ml era a Heineken por uns 8 reais, de resto só tinha long-necks meia boca. Pelo preço da cerveja já da pra deduzir que todo o resto era igualmente muito caro, mas compensava o atendimento maravilhoso e o lugar, que era muito bom e tinha a melhor decoração de bar que já vi. Aquilo sim era um Irish Pub, e não o que o Saint Patrick tenta fazer aqui na cidade.

Abaixo, uma foto do lustre do bar, mara né?


De resto Curitiba foi legal, uma cidade excelente. Segura, cheia de prédios novos altíssimos, bares e boates geniais para todos os gostos, shoppings centers variados, uma feira excepcional no Largo da Ordem no domingo e pessoas não muito bonitas hahaha esse é um detalhe intrigante; aqui no Sul se vê pessoas bonitas e muito bonitas, mas lá não lembro de nenhuma pessoa que tenha se quer me chamado a atenção e acho que o resto do pessoal que foi na excursão concorda comigo.

Para encerrar aqui, o congresso que eu fui foi muito bem organizado, apresentei meu trabalho sobre educomunicação, trocamos ideias e assisti a mesas redondas e seminários inspiradores. Um alow especial a galera da UNESP Bauru.

sábado, 29 de agosto de 2009

Macondo: minha segunda casa

Atendendo a pedidos, fui quinta-feira a noite no Macondo Lugar. Frequentadora assídua desde quando a casa verde era na Floriano, já perdi a conta de quantas vezes fui lá nos últimos 4 anos.

Um bar com uma proposta diferente seguindo a linha DCE na cidade, atraiu no começo de sua existência um grupo mais alternativo (na falta de outra palavra). No decorrer do tempo, a clientela foi se tornando cada vez mais abrangente e hoje, com certeza pode ser considerado um dos points da cidade. Essa popularidade do local se deu ao fato de cada noite ter uma festa diferente, com um repertório musical diferenciado, agradando a vários públicos.

Aberto de quinta à sábado, cada noite é única e conta com festas realmente boas como a Studio 54, Samba Esquema Novo e A La La. Cervejas com preços acessíveis a partir de R$ 3,50 até R$ 5,00 e agora eles aceitam Visa para os endividados que põe tudo no cartão de crédito. Para a modernidade do frio, também tem chapelaria que é 1 ou 2 pilinhas, não tenho certeza porque nunca utilizei. A estrutura é boa, não maravilhosa. No primeiro andar tem mesas e banquinhos novos, música ambiente, banheiros e um bar. Subindo as escadas, é onde rola a festa mesmo, com um palco que já viu de tudo e abriga bandas desconhecidas, ícones nacionais e o esfrega-esfrega das festas voltadas ao público gay.

Se você nunca foi no Macondo, entre no site, escolha uma festa, vá conferir e caia na libertinagem que acaba no máximo às 6h da manhã quando param a música, ligam as luzes e quem está por lá é convidado a se retirar.

Na foto abaixo, o segundo andar do Macondo lotado em plena quinta-feira com a festa A La La. (Santa Maria cidade-ovo, vários conhecidos na foto haha)


FICAADICA: No caderno Mix do Diário de Santa Maria deste final-de-semana tem uma reportagem muito boa sobre a noite santamariense. Lista 90% dos bares da cidade e eu vou um a um dando a minha opinião ;)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Quinta-feira agradável

No clima de fazer festa em dias de semana, ontem fui pela primeira vez em um dos bares novos que abriu nos últimos dias, o Amsterdam (acho que eles não tem site). Liguei para lá por umas 20h para saber o que era a tal da lista VIP feminina e fui informada de que as mulheres que colocarem o nome até às 19h e chegarem até às 23h não pagam pra entrar, mas como já tinha passado do horário eu entrei como uma pagante qualquer. Fomos eu e minha amiga Antônia a meia-noite para o bar e entramos tranquilo, não tinha nada de fila. Ao entrar gostei na hora do espaço, ele é bem dividido e tem dois bares, um central e outro do lado do palco. Perguntei a um funcionário sobre a parte de cima que é tipo um mezanino e ele disse que só vai abrir em setembro, achei que já estivesse aberto desde sempre, mas tudo bem. Não lotou, dava pra se mexer e no mesmo esquema do Absinto Pub no decorrer da noite as pessoas foram se levantando e acabaram em pé, só que as mesas e cadeiras não foram retiradas, continuaram por ali mesmo. Tem também, espalhados por todo o lugar, aqueles banquinhos mais altos que eu adoro porque tu fica nem sentado, nem em pé, e na altura ideal para conversar.

Os preços de tudo são bem acessíveis, cervejas a partir de R$ 4 e tinha polar (amoamoamo). Também tem petiscos e drinks, porém não foi dessa vez que eu provei nem um nem outro. A banda era muito boa, tocaram de tudo um pouco, pra ter ideia até rolou um Nenhum de Nós no meio da noite. O atendimento é maravilhoso, achei os funcionários bem treinados, sabiam responder tudo que eu perguntava e entregavam a bebida com rapidez e agilidade. Não esquecendo de mencionar que todos estavam vestindo uma camiseta laranja bem bonitinha. Merecem até umas palmas ashaisash ;)

O Amsterdam com certeza não é um lugar pra se acabar (só se for na Holanda :P), mas da para dar uma dançadinha de leve, curtir a noite em pé ou sentado, comer e beber bem. Indico certamente!

Acabo por aqui mais uma vez sem fotos porque o cartão de memória da minha câmera quebrou. Sim, ele literalmente quebrou ao meio (y)

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Saindo, mas atenta a gripe!

Ontem decidi dar um basta na monotonia quando fui convidada pela minha querida amiga Natália para ir ao Absinto Pub. Sim, Absinto Pub e não Absinto Hall. Pra quem conhece o local, a parte chamada de Pub é aquela onde tinham as mesas de sinuca. Este espaço foi reformado e foram colocadas mesas e cadeiras dobráveis que conforme vai enchendo elas vão sendo retiradas e o pessoal começa a ficar de pé, fazendo com que a noite seja igual a uma típica ida ao Absinto, só que num espaço menor.

Ontem estava baratíssimo para entrar, mulher pagava 5 pilinhas e homens 10. Chegamos lá às 22h e estava totalmente vazio. A partir da meia noite começou a encher, mas não lotou, dava para se mexer e dançar tranquilamente ao som da banda que estava tocando. A noite no geral foi boa, mas é claro que teve seus poréns; o cardápio mudou e o meu drink preferido, o Alexander, foi retirado (y) então passei a noite inteira a base de uma caipirinha meia-boca e as sempre presentes cervejas long neck. Em relação aos funcionários, acho os barmens de lá bem eficientes, mas nada que mereça grandes elogios. Os caixas, como sempre, foram um pouco demorados e ao chegar a minha vez eu tive uma surpresa nada agradável, além de nunca terem aceitado mastercard, agora também não aceitam o banricompras, então para pagar no cartão só se for com visa.

Não sou muito fã do Absinto, lá não toca o estilo musical que eu escuto e a bebida é um pouco cara. Entretanto, tem estacionamento, tu sempre acaba encontrando conhecidos de anos, o espaço é ótimo e abriu ontem, em plena segunda-feira, onde aqui na cidade é quase impossível achar um lugar aberto para sair no começo da semana. Por sinal, alguém sabe de mais algum lugar que abra na segunda-feira à noite?

Vou fazer um agradecimento especial em clima de gripe suína à Guidinha que me desinfetou a noite inteira com o seu álcool gel. Abaixo um merchandising de graça da Dermapelle em contraste com um foco da gripe, um copo compartilhado por várias pessoas.